sábado, 24 de novembro de 2007

ADIVINHA


O que é, que é?
Dizem que sou rei
e não tenho reino.
Dizem que sou loiro
e cabelos não tenho.
Acerto relógios
e não sou relojoeiro.


Solução: Sou o Sol


JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...


RECOLHA DE PROVÉRBIOS
OU
DITADOS POPULARES


  • Desmanchar e fazer, tudo é aprender.
  • Amigo do meu amigo, meu amigo é.
  • Filho de peixe, sabe nadar.
(Rita)

  • Quem muito dorme, pouco aprende.
  • Quem não trabuca, não manduca.
(João)

  • Água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura.
  • Quem sai aos seus, não degenera.
  • Grão a grão, enche a galinha o papo.
  • Até ao lavar dos cestos, há vindima.
  • Nem tudo que reluz, é ouro.
(André)

  • Cão que ladra, não morde.
  • Quem tudo quer saber, nada se lhe diz.
(Gonçalo)

  • Quem te avisa, teu amigo é.
(Bruna)

  • Quem tudo quer, tudo perde.
(Bento)

  • Quem dá aos pobres, empresta a Deus.
  • Quem muito fala, pouco acerta.
  • Mãos que não dais, o que esperais?
(Helena)

(Alunos do 2º ano)


quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Plantações

Tivemos sorte! Hoje de manhã o sol visitou-nos e permitiu realizar o planeado. Pelas 10h os jardineiros , a Engenheira Marília e a Dra. Raquel (todos da Câmara Municipal de Valongo) estavam na escola para iniciar a plantação de...sabem quantas árvores? 76!
Querem saber que espécies plantamos? Pois as árvores autóctones que foram plantadas, por cada aluno da escola, foram MEDRONHEIROS e CARVALHOS.Também plantamos arbustos
-AZEVINHO.
A primeira turma a ir para o exterior, para o terreno anexo à escola, foi a do 4º ano, seguindo-se a do 3º ano, a do 1º/2ºanos e por fim nós, do pré-escolar.
A Dra. Raquel deu uma explicação inicial à actividade e, depois, as crianças dividiram-se em 3 grupos (1 com a professora, outro com a auxiliar Fátima e,outro com a Auxiliar Manuela). Cada grupo tinha um jardineiro que explicava como se fazia a plantação e ajudava colocando a estaca e prendendo a árvore.Todos os meninos gostaram muito de cavar, colocar a árvore pequenina, tapar de novo com terra. Estava tudo bem organizado e os senhores eram muito simpáticos. Entretanto tivemos a visita de um Vereador e da Directora do Departamento do Ambiente e Qualidade de vida.
Mas, tivemos uma prenda pelo nosso trabalho! Cada um teve uma mochila verde muito engraçada.
Foi uma manhã muito agradável.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Dia da Floresta autóctone


O Dia da Floresta Autóctone(23 de Novembro) foi estabelecido para promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas portuguesas para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta - 21 de Março que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa. A plantação de árvores no início da Primavera em Portugal apresenta frequentemente um baixo sucesso, associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão. O termo autóctone, é sinónimo de nativo ou indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam, tornando-se mais resistentes a pragas e doenças.
Lista de árvores autóctones mais frequente na Floresta Portuguesa:

Nome comum

Nome científico

Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica

Azinheira

Quercus rotundifolia

Cerejeira-brava

Prunus avium

Carvalho-português

Quercus faginea

Carvalho-negral

Quercus pyrenaica

Carvalho-alvarinho

Quercus robur

Medronheiro

Arbutus unedo

Pinheiro-manso

Pinus pinea

Pinheiro-bravo

Pinus pinaster

Zambujeiro

Olea europaea var. sylvestris

Sobreiro

Quercus suber

Espécies ripícolas – associadas a cursos de água

Amieiro

Alnus glutinosa

Freixo

Fraxinus angustifolia

Choupo-negro

Populus nigra

Borrazeira-negra

Salix atrocinerea

Salgueiro-branco

Salix alba

Ulmeiro

Ulmus minor


No âmbito desta comemoração, amanhã, de manhã, está prevista a plantação de árvores, no terreno vedado, junto à escola, pelos alunos deste estabelecimento escolar.Esperemos que o tempo nos ajude! Foram abatidos muitos pinheiros e há que replantar essa parcela de terreno! A Câmara vai ajudar...


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Árvore de Natal

Na segunda-feira, algumas crianças contaram, cheias de entusiasmo, que tinham ido ver, ao Porto, a árvore de Natal maior da Europa. Ora cá estão elas desenhadas pelo João e, pelo Alexandre. O João até desenhou os foguetes da inauguração!

domingo, 18 de novembro de 2007

Pique, Pique...

A propósito da desfolhada e dos moinhos que moem o grão, transformando-o em farinha, aprendemos esta lengalenga.

http://www.agroanalysis.com.br/images/materias/226.jpg

Pique pique
Eu piquei
Grão de milho
Eu achei,
Fui levá-lo
Ao moinho
O moleiro
Não moeu,
Foram lá os ladrões
Que lhe levaram os calções


sábado, 17 de novembro de 2007

ADIVINHA

Para andar
lhe pus a capa.
E tirei-lha
para andar.
Ele sem capa não anda,
e com ela não pode andar.


Solução: Sou o pião

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A Expressão Plástica no Jardim de Infância


Por vezes as crianças vão para casa com a bata salpicada de tinta e, as mãos borratadas de marcadores...

Alguns encarregados de educação ficam muito admirados e, se calhar, pouco agradados com tal sujidade. Mas…é natural!
As actividades no Jardim de Infância passam por várias áreas de conteúdo, ou seja, diferentes aprendizagens que passam pela realização de actividades variadas. As crianças aprendem mexendo, experimentando, descobrindo, AGINDO.
Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.
É através da expressão plástica que, com prazer, é desenvolvida a motricidade fina na criança. A par da utilização dos materiais,começa a tentar representar o que lhe vai na mente. Através desta expressão a educadora tem alguma percepção do desenvolvimento da criança. De uma forma geral,no desenho, até aos 3 anos é a idade das garatujas (traços longitudinais que, com o tempo, se vão tornando circulares). Só depois desta fase começa a surgir a tentativa de desenhar a figura humana, que se limita à cabeça. Entre os 3 e os 4 anos a criança começa a desenhar o
ser humano reconhecível, com pernas e braços. Dos 4 aos 5 anos o desenho infantil começa a apresentar a figura humana com mais detalhes. (Como este do Ricardo).
A expressão plástica pretende dar livre iniciativa à criança na "arte" de representar e comunicar.

Tem a bata com tinta? é sinal que o seu filho experimentou e esteve activo. Aos poucos, o cuidado com a roupa e, a destreza manual tornarão a criança mais asseada.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Dia mundial da Diabetes

A 14 de Novembro comemora-se do Dia mundial da Diabetes.

Este ano, na sala de aula, o dia foi lembrado porque a turma do 3º ano vivencia a experiência da Diabetes diariamente.

A escolha deste dia deve-se ao facto do nascimento do cientista que descobriu a insulina ter nascido a 14 de Novembro. Chamava-se Frederik Bantin e recebeu o prémio Nobel da Medicina em 1921 quando descobriu a insulina.

A insulina é uma hormona produzida pelo pâncreas, e que é responsável pela redução da glicose no sangue.

Quando o pâncreas funciona mal os níveis de açúcar no sangue sobem e estamos na presença da doença, a que se dá o nome de Diabetes.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Seja sempre lembrada a bondade...

Sem palavras...
As imagens falam por si...

Autores das ilustrações: João Miguel e Sara Carneiro - 3º ano

O TEMPO

O tempo perguntou ao tempo,
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo tem tanto tempo
como o tempo, tempo tem.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Aniversários...


Na sala de Jardim de Infância foram feitos uns castelos diferentes. Cada castelo colorido corresponde a um mês e, os aniversariantes, são Reis e Rainhas desses Castelos.
Assim, em Setembro, o Bobo dos Castelos, visitou-o porque fizeram anos o Rei Luís e o Rei Pedro Alexandre.
No mês de Outubro nin
guém festejou anos e, agora em Novembro, já tivemos o aniversário da Rainha Tatiana, vamos ter o do Rei Lucas e do Rei Rafael Barroso.
A todos eles desejamos os PARABÉNS.

O NOSSO MAGUSTO...


Na manhã de sexta-feira, dia 9 de Novembro, foi o Magusto na nossa escola. O dia estava cinzento mas todos os alunos estavam contentes e entusiasmados, com a festa. Já na sala enquanto pintávamos desenhos alusivos ao magusto, a D. Maria pediu ajuda para ir apanhar o moliço. O Pedro, o Anselmo e o Diogo Souto foram os felizes contemplados .
Quando eles regressaram fomos em conjunto até ao recreio para fazer a fogueira e assar as castanhas. Os outros alunos da escola e da pré do Baldeirão já lá estavam...
A fogueira começou a arder e logo se puseram as castanhas, a assar no meio do moliço. Algumas castanhas até saltaram e estalaram!!! Para animar a ocasião cantamos a canção da “castanha”.
Em seguida, saltamos a fogueira e alguns meninos enfarruscaram a cara toda.
Ficaram bem engraçados!
Até que chegou o momento de comer as castanhas que as professoras e as auxiliares colocaram cuidadosamente, nos nossos cartuchos.
No final da manhã ainda brincámos um bocadinho até ao almoço.
Foi um dia divertido, engraçado e bastante animado!

Alunos do 4ª ano - Diogo S., Filipa, Pedro, Anselmo, José Filipe, Ricardo e Diogo M.





domingo, 11 de novembro de 2007

S. MARTINHO


HOJE, 11 DE NOVEMBRO
É DIA DE S. MARTINHO...


DIA DE MAGUSTO...

NÃO CHOVE, NEM FAZ FRIO...
O SOL ESTÁ BRILHANTE...
É O VERÃO DE S. MARTINHO!


DIA DE MAGUSTO

Dia 9 de Novembro, dia de Magusto na escola...
Pela manhã, a aula começou com uma pintura alusiva: cesto de castanhas. Desenhamos no quadro o mesmo cesto e, também uma fogueira. Junto dos desenhos escreveu-se: É dia de Magusto... Hoje, vamos comer castanhas assadas, na fogueira. As castanhas são fruto do castanheiro.
Cantamos uma canção que tinha sido ensaiada em aulas anteriores e, houve diálogo e audição sobre a lenda de S. Martinho. De seguida, os alunos pintaram seis figuras, recortaram-nas, ordenaram-nas e colaram-nas numa folha, de acordo com a lenda.

Lenda de S. Martinho

Há muitos, muitos anos...
Num dia de vendaval e de neve seguia um nobre cavaleiro, de nome Martinho, montado no seu cavalo, quando lhe apareceu um pobre homem, esfarrapado e a tiritar de frio, a pedir esmola.
Ao vê-lo, o cavaleiro sentiu uma tristeza enorme.
Parou o cavalo e, com a espada, cortou ao meio a sua capa quente com que se cobria e deu metade ao mendigo.

E ali ficou um pouco a conversar...

Até comeram castanhas, que o mendigo assou numa fogueira improvisada.
Nesse momento, a tempestade parou, o céu tornou-se azul e um céu luminoso inundou a Terra.
Este cavaleiro tornou-se num homem bom e justo, defensor dos mais humildes e da paz e, por isso ser considerado um santo - S. Martinho.
Todos os anos, para comemorar esse dia, o tempo fica ameno, o sol brilha num céu muito azul - é o chamado Verão de S. Martinho.
E todos comemos castanhas assadas.

Popular
(Colecção FIO-DE-PRUMO -2º ano)

Chegou o momento mais esperado...
Reunimos no recreio para ver a fogueira e as castanhas a assar.
Enquanto o moliço ardia...
Cantamos canções adequadas ao dia comemorativo...


Canção

As castanhas meus meninos
são fruto do castanheiro,
quem quiser comer castanhas
abra o ouriço primeiro.


São castanhas
do castanheiro,
que nós comemos
junto ao braseiro.

São castanhinhas,
castanhinhas são;
São castanhinhas
na palma da mão.

Cantar com a música (Todos me querem...)

As castanhas foram retiradas do braseiro...
As professoras e a maior parte dos alunos saltaram a fogueira...
Uns mais atrevidos, enfarruscaram-se.
Depois de todo este entusiasmo... Comemos as castanhas assadas e bebemos sumo...
Foi uma manhã divertida!

sábado, 10 de novembro de 2007

Brevíssimas notas sobre o Magusto - 9 Novembro

O Magusto é sempre um dia divertido, para além do agradável sabor das castanhas assadas.
A criançada adora saltar a fogueira(mesmo que ela já esteja a apagar-se!)

e outros há que adoram enfarruscar-se...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Dizem que:

" O Verão de S. Martinho dura três dias
e mais um bocadinho."

TUDO AO CONTRÁRIO

A propósito de intenções contrárias, li esta poesia à turma.

O menino do contra
queria tudo ao contrário:
deitava os fatos na cama
e dormia no armário.

Das cascas dos ovos
Fazia uma omelete;
para tomar banho
usava a retrete.

Andava, corria
de pernas para o ar;
Se estava contente
punha-se a chorar.

Molhava-se ao sol
secava na chuva;
e em cada pé
usava uma luva.

Escrevia no lápis
com um papel;
achava salgado
o sabor do mel.

No dia dos anos
teve dois presentes:
um pente com velas
e um bolo com dentes.

Poesia Popular
Luísa Ducla Soares

O MEU AMIGO LÁPIS...

Há uma aluna no primeiro ano que, tem por hábito roer todos os lápis! Já foi alertada várias vezes para deixar de o fazer... Faz mal à saúde, nomeadamente, aos dentes e, os lápis ficam com mau aspecto...
Hoje, li para toda a turma um texto relacionado com as mordeduras de lápis.

O MEU AMIGO LÁPIS

Um dia, estava na sala, à hora do recreio e, ao pôr o lápis na boca, ouvi:
- Ai! Ai!
Tirei o lápis da boca devagarinho e ouvi outra vez:
- Obrigado por parares de me morder. - disse o lápis!
- Eu não sabia que os lápis falavam!
- Nós não falamos; só quando estamos fartos de nos roerem é que falamos.
- Eu quando te começo a roer, não é por mal, é por hábito.
- Mas se tu fosses lápis, não gostavas que te roessem. É que dói muito e até faz mal à tua saúde. Sabias? Agora, adeus.
- Adeus, porquê? - perguntei eu.
- Porque tens de acabar de fazer os trabalhos.
Nesse dia, aprendi uma lição: NUNCA MAIS ROER OS LÁPIS.

Autor: Daniel Teixeira Nobre
(A minha janela - Areal Editores)

S. MARTINHO

Num dia de tempestade, ia S. Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão.
S. Martinho não hesitou: parou o cavalo e passou a sua mão carinhosamente na do pobre! Em seguida, com a espada, cortou a meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
Apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, o cavaleiro continuou o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se. O céu ficou límpido. E um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Para que nunca se apague da memória dos homens este acto de bondade praticado pelo cavaleiro , diz-se que , nessa mesma época ,todos os anos, cessa por alguns dias o tempo frio. O céu fica azul e o sol reaparece, quente e brilhante.
É o Verão de S. Martinho.

“Flores para Crianças”
Fernando Cardoso

Sabedoria popular sobre esta Tradição...

Pelo S.Martinho o tempo cinzento pelo caminho .

Pelo S.Martinho mata o teu porquinho.

Pelo S. Martinho semeia o teu cebolinho.

Pelo S.Martinho vai à adega e prova o vinho.

Pelo S.Martinho castanha assada e vinho.


Alunos da Escola de Paço, 4ºano.