quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Plantações

Tivemos sorte! Hoje de manhã o sol visitou-nos e permitiu realizar o planeado. Pelas 10h os jardineiros , a Engenheira Marília e a Dra. Raquel (todos da Câmara Municipal de Valongo) estavam na escola para iniciar a plantação de...sabem quantas árvores? 76!
Querem saber que espécies plantamos? Pois as árvores autóctones que foram plantadas, por cada aluno da escola, foram MEDRONHEIROS e CARVALHOS.Também plantamos arbustos
-AZEVINHO.
A primeira turma a ir para o exterior, para o terreno anexo à escola, foi a do 4º ano, seguindo-se a do 3º ano, a do 1º/2ºanos e por fim nós, do pré-escolar.
A Dra. Raquel deu uma explicação inicial à actividade e, depois, as crianças dividiram-se em 3 grupos (1 com a professora, outro com a auxiliar Fátima e,outro com a Auxiliar Manuela). Cada grupo tinha um jardineiro que explicava como se fazia a plantação e ajudava colocando a estaca e prendendo a árvore.Todos os meninos gostaram muito de cavar, colocar a árvore pequenina, tapar de novo com terra. Estava tudo bem organizado e os senhores eram muito simpáticos. Entretanto tivemos a visita de um Vereador e da Directora do Departamento do Ambiente e Qualidade de vida.
Mas, tivemos uma prenda pelo nosso trabalho! Cada um teve uma mochila verde muito engraçada.
Foi uma manhã muito agradável.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Dia da Floresta autóctone


O Dia da Floresta Autóctone(23 de Novembro) foi estabelecido para promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas portuguesas para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta - 21 de Março que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa. A plantação de árvores no início da Primavera em Portugal apresenta frequentemente um baixo sucesso, associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão. O termo autóctone, é sinónimo de nativo ou indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam, tornando-se mais resistentes a pragas e doenças.
Lista de árvores autóctones mais frequente na Floresta Portuguesa:

Nome comum

Nome científico

Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica

Azinheira

Quercus rotundifolia

Cerejeira-brava

Prunus avium

Carvalho-português

Quercus faginea

Carvalho-negral

Quercus pyrenaica

Carvalho-alvarinho

Quercus robur

Medronheiro

Arbutus unedo

Pinheiro-manso

Pinus pinea

Pinheiro-bravo

Pinus pinaster

Zambujeiro

Olea europaea var. sylvestris

Sobreiro

Quercus suber

Espécies ripícolas – associadas a cursos de água

Amieiro

Alnus glutinosa

Freixo

Fraxinus angustifolia

Choupo-negro

Populus nigra

Borrazeira-negra

Salix atrocinerea

Salgueiro-branco

Salix alba

Ulmeiro

Ulmus minor


No âmbito desta comemoração, amanhã, de manhã, está prevista a plantação de árvores, no terreno vedado, junto à escola, pelos alunos deste estabelecimento escolar.Esperemos que o tempo nos ajude! Foram abatidos muitos pinheiros e há que replantar essa parcela de terreno! A Câmara vai ajudar...


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Árvore de Natal

Na segunda-feira, algumas crianças contaram, cheias de entusiasmo, que tinham ido ver, ao Porto, a árvore de Natal maior da Europa. Ora cá estão elas desenhadas pelo João e, pelo Alexandre. O João até desenhou os foguetes da inauguração!

domingo, 18 de novembro de 2007

Pique, Pique...

A propósito da desfolhada e dos moinhos que moem o grão, transformando-o em farinha, aprendemos esta lengalenga.

http://www.agroanalysis.com.br/images/materias/226.jpg

Pique pique
Eu piquei
Grão de milho
Eu achei,
Fui levá-lo
Ao moinho
O moleiro
Não moeu,
Foram lá os ladrões
Que lhe levaram os calções


sábado, 17 de novembro de 2007

ADIVINHA

Para andar
lhe pus a capa.
E tirei-lha
para andar.
Ele sem capa não anda,
e com ela não pode andar.


Solução: Sou o pião

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A Expressão Plástica no Jardim de Infância


Por vezes as crianças vão para casa com a bata salpicada de tinta e, as mãos borratadas de marcadores...

Alguns encarregados de educação ficam muito admirados e, se calhar, pouco agradados com tal sujidade. Mas…é natural!
As actividades no Jardim de Infância passam por várias áreas de conteúdo, ou seja, diferentes aprendizagens que passam pela realização de actividades variadas. As crianças aprendem mexendo, experimentando, descobrindo, AGINDO.
Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.
É através da expressão plástica que, com prazer, é desenvolvida a motricidade fina na criança. A par da utilização dos materiais,começa a tentar representar o que lhe vai na mente. Através desta expressão a educadora tem alguma percepção do desenvolvimento da criança. De uma forma geral,no desenho, até aos 3 anos é a idade das garatujas (traços longitudinais que, com o tempo, se vão tornando circulares). Só depois desta fase começa a surgir a tentativa de desenhar a figura humana, que se limita à cabeça. Entre os 3 e os 4 anos a criança começa a desenhar o
ser humano reconhecível, com pernas e braços. Dos 4 aos 5 anos o desenho infantil começa a apresentar a figura humana com mais detalhes. (Como este do Ricardo).
A expressão plástica pretende dar livre iniciativa à criança na "arte" de representar e comunicar.

Tem a bata com tinta? é sinal que o seu filho experimentou e esteve activo. Aos poucos, o cuidado com a roupa e, a destreza manual tornarão a criança mais asseada.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Dia mundial da Diabetes

A 14 de Novembro comemora-se do Dia mundial da Diabetes.

Este ano, na sala de aula, o dia foi lembrado porque a turma do 3º ano vivencia a experiência da Diabetes diariamente.

A escolha deste dia deve-se ao facto do nascimento do cientista que descobriu a insulina ter nascido a 14 de Novembro. Chamava-se Frederik Bantin e recebeu o prémio Nobel da Medicina em 1921 quando descobriu a insulina.

A insulina é uma hormona produzida pelo pâncreas, e que é responsável pela redução da glicose no sangue.

Quando o pâncreas funciona mal os níveis de açúcar no sangue sobem e estamos na presença da doença, a que se dá o nome de Diabetes.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Seja sempre lembrada a bondade...

Sem palavras...
As imagens falam por si...

Autores das ilustrações: João Miguel e Sara Carneiro - 3º ano

O TEMPO

O tempo perguntou ao tempo,
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo tem tanto tempo
como o tempo, tempo tem.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Aniversários...


Na sala de Jardim de Infância foram feitos uns castelos diferentes. Cada castelo colorido corresponde a um mês e, os aniversariantes, são Reis e Rainhas desses Castelos.
Assim, em Setembro, o Bobo dos Castelos, visitou-o porque fizeram anos o Rei Luís e o Rei Pedro Alexandre.
No mês de Outubro nin
guém festejou anos e, agora em Novembro, já tivemos o aniversário da Rainha Tatiana, vamos ter o do Rei Lucas e do Rei Rafael Barroso.
A todos eles desejamos os PARABÉNS.

O NOSSO MAGUSTO...


Na manhã de sexta-feira, dia 9 de Novembro, foi o Magusto na nossa escola. O dia estava cinzento mas todos os alunos estavam contentes e entusiasmados, com a festa. Já na sala enquanto pintávamos desenhos alusivos ao magusto, a D. Maria pediu ajuda para ir apanhar o moliço. O Pedro, o Anselmo e o Diogo Souto foram os felizes contemplados .
Quando eles regressaram fomos em conjunto até ao recreio para fazer a fogueira e assar as castanhas. Os outros alunos da escola e da pré do Baldeirão já lá estavam...
A fogueira começou a arder e logo se puseram as castanhas, a assar no meio do moliço. Algumas castanhas até saltaram e estalaram!!! Para animar a ocasião cantamos a canção da “castanha”.
Em seguida, saltamos a fogueira e alguns meninos enfarruscaram a cara toda.
Ficaram bem engraçados!
Até que chegou o momento de comer as castanhas que as professoras e as auxiliares colocaram cuidadosamente, nos nossos cartuchos.
No final da manhã ainda brincámos um bocadinho até ao almoço.
Foi um dia divertido, engraçado e bastante animado!

Alunos do 4ª ano - Diogo S., Filipa, Pedro, Anselmo, José Filipe, Ricardo e Diogo M.





domingo, 11 de novembro de 2007

S. MARTINHO


HOJE, 11 DE NOVEMBRO
É DIA DE S. MARTINHO...


DIA DE MAGUSTO...

NÃO CHOVE, NEM FAZ FRIO...
O SOL ESTÁ BRILHANTE...
É O VERÃO DE S. MARTINHO!


DIA DE MAGUSTO

Dia 9 de Novembro, dia de Magusto na escola...
Pela manhã, a aula começou com uma pintura alusiva: cesto de castanhas. Desenhamos no quadro o mesmo cesto e, também uma fogueira. Junto dos desenhos escreveu-se: É dia de Magusto... Hoje, vamos comer castanhas assadas, na fogueira. As castanhas são fruto do castanheiro.
Cantamos uma canção que tinha sido ensaiada em aulas anteriores e, houve diálogo e audição sobre a lenda de S. Martinho. De seguida, os alunos pintaram seis figuras, recortaram-nas, ordenaram-nas e colaram-nas numa folha, de acordo com a lenda.

Lenda de S. Martinho

Há muitos, muitos anos...
Num dia de vendaval e de neve seguia um nobre cavaleiro, de nome Martinho, montado no seu cavalo, quando lhe apareceu um pobre homem, esfarrapado e a tiritar de frio, a pedir esmola.
Ao vê-lo, o cavaleiro sentiu uma tristeza enorme.
Parou o cavalo e, com a espada, cortou ao meio a sua capa quente com que se cobria e deu metade ao mendigo.

E ali ficou um pouco a conversar...

Até comeram castanhas, que o mendigo assou numa fogueira improvisada.
Nesse momento, a tempestade parou, o céu tornou-se azul e um céu luminoso inundou a Terra.
Este cavaleiro tornou-se num homem bom e justo, defensor dos mais humildes e da paz e, por isso ser considerado um santo - S. Martinho.
Todos os anos, para comemorar esse dia, o tempo fica ameno, o sol brilha num céu muito azul - é o chamado Verão de S. Martinho.
E todos comemos castanhas assadas.

Popular
(Colecção FIO-DE-PRUMO -2º ano)

Chegou o momento mais esperado...
Reunimos no recreio para ver a fogueira e as castanhas a assar.
Enquanto o moliço ardia...
Cantamos canções adequadas ao dia comemorativo...


Canção

As castanhas meus meninos
são fruto do castanheiro,
quem quiser comer castanhas
abra o ouriço primeiro.


São castanhas
do castanheiro,
que nós comemos
junto ao braseiro.

São castanhinhas,
castanhinhas são;
São castanhinhas
na palma da mão.

Cantar com a música (Todos me querem...)

As castanhas foram retiradas do braseiro...
As professoras e a maior parte dos alunos saltaram a fogueira...
Uns mais atrevidos, enfarruscaram-se.
Depois de todo este entusiasmo... Comemos as castanhas assadas e bebemos sumo...
Foi uma manhã divertida!

sábado, 10 de novembro de 2007

Brevíssimas notas sobre o Magusto - 9 Novembro

O Magusto é sempre um dia divertido, para além do agradável sabor das castanhas assadas.
A criançada adora saltar a fogueira(mesmo que ela já esteja a apagar-se!)

e outros há que adoram enfarruscar-se...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Dizem que:

" O Verão de S. Martinho dura três dias
e mais um bocadinho."

TUDO AO CONTRÁRIO

A propósito de intenções contrárias, li esta poesia à turma.

O menino do contra
queria tudo ao contrário:
deitava os fatos na cama
e dormia no armário.

Das cascas dos ovos
Fazia uma omelete;
para tomar banho
usava a retrete.

Andava, corria
de pernas para o ar;
Se estava contente
punha-se a chorar.

Molhava-se ao sol
secava na chuva;
e em cada pé
usava uma luva.

Escrevia no lápis
com um papel;
achava salgado
o sabor do mel.

No dia dos anos
teve dois presentes:
um pente com velas
e um bolo com dentes.

Poesia Popular
Luísa Ducla Soares

O MEU AMIGO LÁPIS...

Há uma aluna no primeiro ano que, tem por hábito roer todos os lápis! Já foi alertada várias vezes para deixar de o fazer... Faz mal à saúde, nomeadamente, aos dentes e, os lápis ficam com mau aspecto...
Hoje, li para toda a turma um texto relacionado com as mordeduras de lápis.

O MEU AMIGO LÁPIS

Um dia, estava na sala, à hora do recreio e, ao pôr o lápis na boca, ouvi:
- Ai! Ai!
Tirei o lápis da boca devagarinho e ouvi outra vez:
- Obrigado por parares de me morder. - disse o lápis!
- Eu não sabia que os lápis falavam!
- Nós não falamos; só quando estamos fartos de nos roerem é que falamos.
- Eu quando te começo a roer, não é por mal, é por hábito.
- Mas se tu fosses lápis, não gostavas que te roessem. É que dói muito e até faz mal à tua saúde. Sabias? Agora, adeus.
- Adeus, porquê? - perguntei eu.
- Porque tens de acabar de fazer os trabalhos.
Nesse dia, aprendi uma lição: NUNCA MAIS ROER OS LÁPIS.

Autor: Daniel Teixeira Nobre
(A minha janela - Areal Editores)

S. MARTINHO

Num dia de tempestade, ia S. Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão.
S. Martinho não hesitou: parou o cavalo e passou a sua mão carinhosamente na do pobre! Em seguida, com a espada, cortou a meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
Apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, o cavaleiro continuou o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se. O céu ficou límpido. E um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Para que nunca se apague da memória dos homens este acto de bondade praticado pelo cavaleiro , diz-se que , nessa mesma época ,todos os anos, cessa por alguns dias o tempo frio. O céu fica azul e o sol reaparece, quente e brilhante.
É o Verão de S. Martinho.

“Flores para Crianças”
Fernando Cardoso

Sabedoria popular sobre esta Tradição...

Pelo S.Martinho o tempo cinzento pelo caminho .

Pelo S.Martinho mata o teu porquinho.

Pelo S. Martinho semeia o teu cebolinho.

Pelo S.Martinho vai à adega e prova o vinho.

Pelo S.Martinho castanha assada e vinho.


Alunos da Escola de Paço, 4ºano.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

PARA RIR...

Estávamos no Apoio ao Estudo...
Em aulas anteriores falamos nos cinco órgãos dos sentidos e, estes foram registados no caderno...
-Agora, vão pensar um pouco e vão registá-los novamente, sem ver!

Passados segundos, ouve-se a Helena dizer: - Professora, o Gonçalo está a escrever com os olhos tapados!
O Gonçalo destapa os olhos, fixa um olhar sério e admirado e diz para a colega: - A Professora disse: - Sem ver, sem ver!

Resposta


Na sequência do post INDIGNAÇÃO, relativo ao abate de pinheiros nesta escola em Sobrado, e, de um email enviado ao Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Valongo, recebemos esta resposta escrita. Nem sempre as pessoas têm atitudes como a da Dra.Clara, que eu felicito e, da qual
, publicito aqui o seu teor.


Exma. Senhora Coordenadora

Respondemos, para melhor esclarecimento quer de V. Exa. quer da autora do “Desabafo”, a propósito do abate dos pinheiros da Escola de Paço, uma vez que os comentários feitos manifestam um total desconhecimento das razões que sustentaram o procedimento da C.M. Valongo e colocam em causa um trabalho sério de Educação Ambiental que tem vindo a ser desenvolvido e distinguido nos meios da especialidade.

A decisão do abate foi devidamente ponderada e tecnicamente justificada, tendo em atenção diversos factores, em particular o da salvaguarda da saúde pública - neste caso de menores. Há vários anos que procedemos ao controlo da processionária nos recintos escolares, através de tratamentos específicos, contudo, nos últimos dois anos verificamos que o ciclo de vida destes animais tem-se alterado por razões que julgamos ligadas às alterações climáticas e que tão claramente temos vindo a sentir. Acontece que vistorias feitas na mesma data detectaram lagartas nos estádios 1º e 2º, isto é, em dois ciclos temporais diferentes, e na parcela de terreno adjacente foram identificados espécimes no 3º estádio, pior fase de contacto.

Tal situação demonstrou que a eficácia do tratamento não poderá ser garantida na totalidade, dado os diferentes ciclos verificados ( o tratamento só é eficaz numa fase muito precisa do processo de criação), mantendo-se o perigo de ocorrência de situações graves ( são conhecidas situações de internamento por alergia, ingestão das lagartas com pelos urticantes, etc).

Assim, considerando o teor do parecer técnico de uma empresa especializada; o facto do problema ser cíclico ( e em períodos cada vez mais curtos ); as inúmeras reclamações por parte da comunidade e os antecedentes registados, foi decidido o abate dos pinheiros em causa e a sua substituição, na parcela contígua à Escola, por espécies nativas sem esse tipo de problemas.

Compreendem naturalmente que gerir o Ambiente de forma responsável, implica muitas vezes tomar decisões que aparentemente contrariam o conhecimento comum.

Julgamos, com o exposto, ter esclarecido as dúvidas acerca do assunto. E manifestamos total disponibilidade para satisfazer quaisquer questões que possam vir a surgir.

Aproveitamos ainda esta oportunidade para convidar toda a comunidade da Escola do Paço para a plantação das árvores na parcela em causa, prevista para o dia 22 de Novembro. A Autarquia assinala o Dia da Floresta Autóctone com actividades nos dias 22 e 23/11. Sobre este assunto será, em breve, feito contacto telefónico.

Com os melhores cumprimentos,

Clara Castro Poças

(Directora Departamento Ambiente e Qualidade de Vida)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Conversas infantis

- Sabes professora, ontem fui ver patos, galinhas, macacos e muitos bichos.
- Sim? e onde?
- No cemitério!
Outro colega entra na conversa e explica: "Ele está enganado! No cemitério é onde as pessoas vivas põem as pessoas mortas debaixo da terra(dentro de uma caixa) e, depois vão lá por flores bonitas".

sábado, 3 de novembro de 2007

PARA RIR...

Numa perspectiva educacional, a escola não é apenas um local sério e rigoroso... É um espaço onde há partilha de saberes, descoberta de amizades, diálogos e brincadeiras... Assim, as crianças desenvolvem as suas habilidades de forma mais confiante e com sorrisos contagiantes.
Por vezes, defrontamos situações momentaneamente espontâneas... Situações PARA RIR ...
Aqui, pretendo publicar alguns momentos engraçados, em situação de sala de aula e, outros similares após pesquisa.

No ano lectivo 2006/2007 , tive uma turma de 12 alunos do 1º ano.
O Telmo que costumava ser irrequieto, distraído e um pouco falador, não estava a realizar o trabalho pretendido. Então, indaguei: - O menino não trabalha? Está distraído e não faz nada! Está deitado na cadeira da praia ou da esplanada do café? Ah! Ainda está de férias?
O aluno olhou e respondeu: - Não, professora, eu não estou de férias, estou de folga!



JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...

NOVEMBRO

  • Se em Novembro ouvires trovão, o ano que vem será bom.
  • Em Novembro, pelo S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
  • No dia de S. Martinho, mata o teu porquinho; vai à adega, abre a pipa e prova o vinho.

LENGALENGA


"30 dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro.
De 28 ou 29 só há um.
Os restantes têm todos 31."




quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Morcegos

Dizem, por aí, que na noite de 31 de Outubro para 1 de Novembro, as bruxas andam à solta. Vivem em castelos assombrados, rodeadas de gatos pretos, morcegos, algumas abóboras e fantasmas.
O que muitas das Bruxas não sabem é que no telhado da nossa escola moraram morcegos. Nós, também não sabíamos, até que o senhor, que estava a mudar todo o telhado, apanhou um e, nos veio mostrar.
Claro que o morcego, ou pelo susto, ou pela luz...acabou por morrer, enquanto alguns se escaparam.

(aspecto do focinho desse morcego)

Ficamos a saber que os morcegos são os únicos animais mamíferos capazes de voar. São cerca de mil espécies, que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos. podendo alimentar-se de frutas, néctar, polén,insectos, pequenos vertebrados e peixes. Este, que viveu no telhado da escola devia alimentar-se de insectos.


(aspecto das asas)


Dia das Bruxas

O dia das bruxas chegou... Os alunos do 4.º ano têm vindo a falar com tanta insistência deste dia que nos lembramos de saber um pouco mais desta tradição e fizemos um pequeno texto daquilo que descobrimos.

O “Halloween” por incrível que pareça, surgiu há dois mil anos!


Quando os povos Celtas festejavam o fim do Verão e o início das colheitas. Actualmente é comemorado na noite de 31 de Outubro, sendo um evento muito celebrado nos Estados Unidos, mas o qual se deve aos Irlandeses que levaram os costumes desta festa, no século XIX, ao imigrarem para esse país. Com o passar dos tempos tornou-se numa festa tradicional infantil. Na qual, as crianças se fantasiam e saem à rua batendo de porta em porta pedindo por doces, dizendo “triks or treats” – travessuras ou gostosuras? Quem não as atende pode ter alguma desagradável surpresa e elas lhe pregar alguma travessura...
Mas, é preciso saber que no início dos tempos, esta festa não era tão divertida e alegre, pelo contrário, era muito sombria e tenebrosa. É por isso, que se usam ainda hoje máscaras muito feias, de fantasmas, de Conde Drácula, de bruxas,.... Usam-se também muitos outros utensílios “horripilantes”.

Texto colectivo, escrito pelos alunos do 4.º ano.

Hoje, o dia na escola ainda teve uma surpresa, no fim houve uma gelatina hoooorriiiipiiilante!!!!!!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A propósito de diferenças

No mundo do Todd, não faz mal ser diferente. Esse é um mundo imaginário em que as pessoas são muito coloridas, diferentes mas felizes. Todos se respeitam como são.A propósito dessas características individuais, os alunos da Educação pré-escolar e os do 1º /2º anos do ensino básico, imaginaram rostos bem originais e participaram no concurso promovido pelo Teatro Entretanto e Teatro Casa(Brasil) - "Cor da pele-um rosto diferente".

E, no nosso mundo? Às vezes parece que
as diferenças são para apontar e marginalizar! As cores dos rostos humanos, ainda incomodam muita gente. Há aqueles que pensam que ter uma determinada cor, é ser mais do que os outros.
Mas, o mundo fica muito mais bonito com essa diversidade de povos e culturas . O que fica mal é a pobreza e a miséria!




(pessoas de todo o mundo, colorido p

DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR

O dia internacional da biblioteca escolar é celebrado todos os anos na 4ª segunda-feira do mês de Outubro.
No dia comemorativo, 22 de Outubro, li a história " O Alfaiatezinho Valente" aos 22 alunos da turma. Eles adoraram ouvir a história e deliraram a ver as imagens. De seguida, recontaram-na oralmente e desenharam o personagem favorito...

Deixo-vos agora um texto de Maria Natália Miranda "O livro abandonado" que captou a minha atenção.

O LIVRO ABANDONADO

O livro estava caído à beira do caixote, atirado fora como coisa inútil.
-Tenho ainda tanto que dar. -dizia ele para si. - E aqui me vejo sem préstimo nenhum. Só por fora é que estou assim feio e desajeitado, mas por dentro ainda me sinto jovem. Tenho nas minhas folhas sonho e alegria e bem podia ainda fazer a felicidade de qualquer criança que me lesse.
E tanto me esforcei na vida. Tanta coisa fui, tantas transformações sofri...
Primeiro fui arvorezinha, nascida e criada nos montes, entre giestas, urzes, ninhos e pardais. Depois de alta e incorporada, chegou um serrador, cortou-me e levou-me para a fábrica, onde me vi transformada em papel. Da fábrica passei para uma tipografia. Aí as minhas folhas brancas foram impressas. Os escritores escreveram nas minhas páginas e os desenhadores ilustraram as minhas folhas. Depois de agrafado, cosido e colado, transformei-me neste livro, agora já sem graça.
E o livro, abandonado atrás do caixote, suspirou: - Ai de mim! Ai de mim!


Já de seguida, um outro texto da mesma autora.

NOVO, OUTRA VEZ

E enquanto o livro lamentava a sua triste sorte passou por ali um menino, um menino que nunca teve um livro de sonho. Só os de estudo. Olhou aquele livro de capas velhas, apanhou-o, desfolhou-o e levou-o para casa.
- Mãe - disse logo que chegou.- Tem aí um pedaço de pano bonito para eu forrar este livro?
- Vou ver.
A mãe deu-lhe uma tira de tecido vermelho.
O menino passou parte da tarde e parte da noite a colar as folhas e as capas do livro; depois do trabalho feito, recostou-se num banco e abriu-o com gosto.
E foi com ele através do tempo, ao encontro de Reis e rainhas, de fadas e gnomos, de estrelas e astronautas, de coisas e animais que falavam como gente.
E durante muito tempo, o livro foi o melhor amigo daquele menino que nunca tinha tido um livro de sonho.

Autora: Maria Natália Miranda
"Beija-flor" - Editorial o livro


Se não tiverem um livro de sonho, procurem-no numa biblioteca e transformem o sonho realidade, durante algumas horas...

Outono pelo chão...

O Outono trás consigo a beleza do tombar das folhas de muitas das árvores.
E, dessa forma, o chão fica salpicado de tons castanhos, amarelados, vermelhos escuros, alaranjados, esverdea
dos...cambiantes de cor que, ganham um brilho especial em dias dourados de sol.
As crianças, do Jardim de Infância, recolheram algumas dessas folhas e, carimbaram-nas com tinta. Repararam n
as suas nervuras, recortes e tamanhos. Eram folhas de videiras, plátanos, macieiras, carvalhos. Muitas outras rodopiarão pelo ar!
O outono também serve para estas coisas.



quinta-feira, 25 de outubro de 2007

JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...

"Pelo Santiago, pinta o bago."

"No dia de S. Lourenço, vai à vinha e enche o lenço."

"Pelo S. Martinho, vai à adega e prova o vinho."


AS VINDIMAS

Há poucos dias atrás, para deveres de casa, sugeri aos onze alunos do 2º ano, a produção de frases, de forma a construírem um pequeno texto sobre as vindimas. É óbvio que recorreram à ajuda dos pais ou encarregados de educação. Mas isso também revela por parte das crianças o gosto e o interesse em aprenderem... A tarefa foi realizada e, depois de entregue procedeu-se à correcção ortográfica. Todos os textos foram lidos em voz alta... Todos eles definiam as vindimas de forma idêntica... Os alunos da turma seleccionaram apenas quatro trabalhos, considerando os mais completos e, colaboraram na reprodução dos textos para o computador.

As vindimas fazem-se normalmente no principio do Outono.
Junta-se um grupo de amigos e familiares do dono das vinhas para colherem as uvas das ramadas.
As uvas são recolhidas em cestos que, depois de colocados no tractor são transportados para o lagar. Aí, as uvas são pisadas pelas pessoas para fazer vinho.
-André-

No Outono fazem-se as vindimas.
As pessoas vão para o campo, cortam as uvas e deitam-nas em cestos.
As uvas são levadas em tractores para o lagar.
No lagar são pisadas para fazer vinho. Depois, o vinho vai para as cubas, pipas e tonéis.
-Tatiana-

As vindimas são feitas no Outono.
Nas vindimas colhem-se as uvas para fazer vinho.
O vinho é feito num lagar... relam-se e pisam-se as uvas e faz-se vinho doce.
As vindimas são feitas por muitas pessoas que se ajudam umas às outras.
Em Novembro, pelo S. Martinho, comem-se as castanhas e já se prova o vinho novo.
-Bruna-

Eu já participei numas vindimas. Tinha quatro anos e andava no Jardim de Infância Vêmar.
Num dia, do mês de Outubro, fomos a uma quinta onde havia muitas uvas.
Eu e os meus amiguinhos desse Jardim, colhemos e transportamos uvas para um lagar.
Depois, lavamos os pés e entramos descalços no lagar. Tinha chegado a altura de pisar as uvas com os pés, até ficar vinho.
O primeiro vinho fica doce.
Os donos da quinta ofereceram-nos uvas e vinho doce.
Quando chegamos ao Jardim de Infância, provamos o vinho que tínhamos feito.
Foi um dia muito divertido!
-Helena-

um pinhão

Uma vez fui passear a um pinhal que fica perto da minha casa. De repente, senti que algo me batia na cabeça. Atordoada, sentei-me no chão olhando em redor. Vi o que me batera: era uma pinha que tinha somente um pinhão. Apanhei- o e levei- o comigo.
Já em casa fui guardá-lo num vasinho que a minha mãe tinha na varanda. Todos os dias lhe ia dar os bons dias antes de ir para a escola.
Uma manhã reparei que havia uma hastezinha saída da terra. Comecei a acariciá- la ela foi crescendo, crescendo, até ser um pinheiro tão grande que tive de mudá-lo para um vaso maior.
Cresceu mais do que eu, e o meu pai plantou-o no quintal. Agora, para falar com ele, tenho de gritar, pois está tão alto, que receio que ele não me ouça. Mas sei que ouve porque, sempre que lhe falo, deixa cair uns pinhõezinhos.
Há dias, pus um pinhãozinho na terra e, hoje de manhã verifiquei que o meu pinheiro já tinha um filhote!
Amanhã vou a correr ao quintal para lhe dar a novidade.

Francisca Metrogos

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Antes e depois...(de uma idiotice)

No passado dia 13 de Outubro a nossa escola foi "amputada" do seu verde envolvente. Ficou muito mais bonita, não acham?...
Pois eu, já com alguma idade, lembrei-me de uma cantiga que dizia "Pra melhor, está bem...está bem, pra pior já basta assim!"...não há duvida de que existem intervenções, como esta, que são melhorias significativas na vida de qualquer cidadão.
Perdoem-me a ironia mas, ainda não consegui superar esta perda!
Vejam bem as imagens.

























sexta-feira, 19 de outubro de 2007

É OUTONO...

É Outono...
As férias acabaram
Começaram as aulas
Algumas aves emigraram...


As uvas ficam doces. É a época das vindimas.
Colhem-se as pêras, as maçãs e os marmelos.
Colhem-se as espigas de milho. É a época das desfolhadas.


As castanhas e as romãs ficam maduras.
As árvores deixam cair as folhas.
As folhas ficam com tonalidades diferentes:
amarelas, castanhas, vermelhas e alaranjadas.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

A SIMPLICIDADE

"Adoro tudo o que é simples, a linguagem, os gestos, os actos, por isso adoro as crianças, porque é delas que vem toda esta linguagem, todos estes gestos, puros, sem maldade!
Cabe aos adultos fazer com que mereçamos toda a sua confiança, que acreditem em nós para nunca se sentirem traídas, para crescerem com confiança, sentirem o nosso amor, ensiná-las a gostar de flores, porque as crianças e flores têm o mesmo odor. Fui criança carente, por isso sei do que falo.
A criança tem um coração imenso, que quando está feliz os seus olhos brilham! Cada um de nós tem o dever de fazer o que estiver ao seu alcance, para esse brilho ser forte e constante, porque estamos também a fazer bem para nós, porque essa felicidade é contagiante e, dentro de cada um de nós há uma criança! Dá amor, receberás amor!"

autor: João Gama "labirinto de espelhos"

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

pobres...diferentes...alimentados?...

Melhor ou pior, todos os meninos têm o indispensável para viver. Nenhum de nós passa fome. E, por isso podemos falar dos alimentos que nos fazem bem e dos que podem fazer mal. Mas, há meninos que vivem mal e, por vezes, nem têm que comer...vivem na pobreza. Isso é triste e nós devemos ajudar. Não importa que eles sejam chineses ou africanos, altos ou baixos, com cabelo encaracolado ou liso, que usem óculos, que não tenham brinquedos, que tenham roupas com muitas cores, que falem uma língua esquisita, que andem de cadeiras de rodas ...ninguém devia ser pobre. Todos deviam alimentar-se bem.
Nós vimos na Roda dos Alimentos que a fruta é muito importante e hoje fizemos salada de fruta.
Começamos por juntar a fruta que se vê na imagem.
Depois...descascamos, cortamos e misturamos tudo.



Colocamos em tacinhas. Hum! ficou saboroso!

Pinheiros...

Ao lado daquela sala de aula havia um pinheiro.

Ao lado daquela sala, no pinheiro as rolas vinham pousar

e até o cuco vinha cantar...

Agora...

Ao lado daquela sala de aula, as rolas não vêm pousar.

E o cuco... esse... a todos, não pode encantar.

Descampado









Agradecemos a todos os que se solidarizaram connosco. Sentimos que afinal não estamos sós...
nos ideais...nas perspectivas...
Mas, ficamos sós...sem os pinheiros do
recreio e daqueles que estavam para
além do muro (em terreno da escola).
Ficaram os eucaliptos!...e atristeza
Toda esta paisagem já não existe!


terça-feira, 16 de outubro de 2007

Alimentação


Sendo hoje um dia dedicado à Alimentação, havia que falar dele mesmo aos mais pequenos (da Educação Pré-escolar). O Alexandre explicou logo que alimentação queria dizer comer . Partindo daí, deu-se inicio a uma conversa em que acabamos por saber o que cada uma das crianças presentes gostava mais de comer.
Alexandre - atum, sopa, "douradinhos" e maionese
Lucas - carne, batatas fritas e ervilhas
Ricardo - leite, laranjas, bananas, peras...
Luís - sopa, carne, batatas cozidas e laranjas
Márcia - chocolate
Maria - hamburguer, sumo (feito em casa)
Jessica - fruta, carne, alface, tomate, pão com fiambre
Sofia Fagundes - batatas fritas e água
Sofia Fontes - Batatas fritas, chocolate e laranja
Tatiana - frango, chocolate, maçã
Emanuel - leite, bananas
Pedro Alexandre - iogurtes, arroz, batatas cozidas, frango, peixe
Daniela Sousa - salada de alface, camarão, coxinhas de frango
Beatriz Seabra - batatas, chocolate
Daniel - pão com queijo, laranja, fruta
Gonçalo - carne,sopa, maçã, iogurte (de colher)
Pedro Pimenta - arroz, carne assada, tomate, batata
Ruben - pão com queijo, uvas
Rafael Duarte - frango com batatas, ovo, feveras, maçã, banana
João - uvas, azeitonas pretas, milho na salada, carne de vaca, leite, alface, pipocas
Rafael Alexandre - iogurte, frango, bananas, manteiga(nas bolachas) arroz, batatas
Beatriz Isabel - batatas cozidas
Daniela Vale - carne, batatas, pão

Depois estivemos a ver a Roda dos Alimentos. Reparamos que há alimentos que devemos comer mais do que outros. Uns dão-nos mais energia, outros ajudam a não ter tantas doenças, outros é que ajudam a crescer e tornam os ossos fortes. Se comermos um bocadinho de tudo talvez seja boa ideia. Comer muito faz mal! E, na Roda dos alimentos não estava o chocolate nem os rebuçados e outros doces...isso quer dizer que só devemos comer de vez em quando, pois sabem bem mas, não são importantes para o nosso corpo ser saudável.
Também ouvimos uma história "A rã que queria ser maior do que o Boi". Essa rã resolveu comer muito (e nas ilustrações do livro apareciam muitos doces, bolos, rebuçados, bolachas de chocolate...) e, de tão gorda acabou por rebentar.
Achamos que ela teve uma má ideia em querer comer muito.
Amanhã ainda vamos falar um pouco mais sobre tudo isto.

DIA DA ALIMENTAÇÃO

A roda dos alimentos é fonte de:

  • gorduras
  • proteínas
  • vitaminas
  • sais minerais
  • hidratos de carbono
  • fibras
Devemos fazer uma alimentação completa, equilibrada e variada.
A água é um elemento indispensável, diáriamente.
Os alimentos fornecem energia para pensar, estudar, brincar, trabalhar...
Alguns fortalecem e calcificam os ossos, sendo importantes para o crescimento e para a saúde.

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Hoje é o Dia Mundial da Alimentação. Os alunos do quarto ano realizaram várias actividades alusivas ao tema. O dia começou com eles a responder a uma simples pergunta, "Para que servem os alimentos?"

- Para viver
- Para ter saúde
- Para crescer
- Para dar energia
- Para brincar e estudar
- Para juntar a família e amigos
- Para festas e outras Cerimónias ....

Depois passamos à Roda dos Alimentos e ficamos a conhecer os seus sete grupos.

Grupo 1 - Cereais, derivados e tubérculos;
Grupo 2 –Hortícolas;
Grupo 3 –Fruta;
Grupo 4 –Lacticínios;
Grupo 5 –Carne, pescado e ovos;
Grupo 6 –Leguminosas;
Grupo 7 –Gorduras e óleos;
•A água está presente no centro.

Afinal o que nos ensinam estes sete grupos ?

Ficamos a saber que ao respeitar os grupos da roda dos alimentos, no nosso dia a dia, passamos a ter uma alimentação mais:

Completa – comer alimentos de cada grupo e beber água diariamente.
Equilibrada - Comer maior quantidade de alimentos pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que se encontram nos grupos de menor dimensão.
Variada – comer alimentos diferentes dentro de cada grupo variando diariamente, semanalmente e nas diferentes épocas do ano...


E já agora para não esquecer,
Devemos:

1.Comer sempre o pequeno-almoço;
2.Comer sempre o lanche da manhã e da tarde;
3.Comer a sopa em primeiro lugar e ao almoço e jantar;
4.Comer legumes ou saladas ao almoço e jantar;
5.Comer pelo menos 3 peças de fruta por dia;
6.Beber 3 a 4 vezes leite ou iogurtes por dia;
7.Beber sempre água.

com milho e folhelho


Sabiam que, com alguns grãos de milho (de pipocas) e folhelho guardado do dia da desfolhada, fizemos umas espigas com colagem desses materiais?
Vejam como estavamos concentrados!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

De luto...

Morrem as árvores de pé?

Uma árvore cai!
Não se (lhe) ouve um som
na Natureza
a morte é sempre assistida do silêncio.
As outras árvores choram...
e o seu pranto é mais pungente
que a dor do tronco magoado,
a descer lentamente por entre a vegetação,
até esmagar o solo.

Helena de Sousa Freitas

Poema dedicado aos pinheiros abatidos...

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

INDIGNAÇÃO

Estou em perfeito estado de indignação e, quando assim acontece tenho que o expressar.
Mas esta indignação tem uma enorme tristeza à mistura. Direi que estou desolada!
A sentença de morte dos pinheiros da escola, vai passar à prática, amanhã. Há árvores que não chegam a morrer de pé e, ainda jovens, vão ser abatidas como se de inimigos se tratassem. Perguntarão qual o “seu pecado” para tamanha sentença? São pinheiros! E, como tal, “habitações” propícias às processionárias. Essas lagartas causadoras de alergias aparecem em determinadas épocas do ano, como outros seres vivos. Mas, há tratamentos próprios a aplicar no terreno e na vegetação para esse efeito e, em anos transactos a Câmara Municipal de Valongo teve esse cuidado. Inesperadamente surge esta resolução que, segundo a Associação de Pais é um desejo colectivo dos encarregados de educação. Eu, em pleno século XXI fico espantada. Então para quê Pelouro do Ambiente da Câmara? Numa época em que há redobrada atenção para o abate de árvores, para a preservação ambiental, como pode isto acontecer? Como se não bastasse há a praga dos incêndios que anualmente consome as florestas. Também mesmo ao lado da escola isso aconteceu e a paisagem ficou lindíssima! Agora vão abater os pinheiros viçosos. Ficamos com a panorâmica queimada , negra e castanha dessa mata lateral.

Por favor, não me falem mais em Educação Ambiental. Não me venham com propostas de projectos camarários, ligados ao ambiente. EU NÃO BRINCO ÀS ECOLOGIAS!!!!
A minha seriedade na vida é estrutural e, só consigo envolver-me naquilo em que
acredito. E, por isso sofro, entristeço-me, questiono mas, também me empenho, me envolvo, vibro de alegria. Sim, eu vivo a escola com prazer, dedicação e coerência. E, para mim as matérias da escola não são teorias bem construídas que as crianças têm que papaguear. De que vale falar em preservar a floresta e cortar árvores no Natal? De que vale insistir na colocação do lixo nos cestos da escola e atirar um extracto do Multibanco para o chão da rua? …

Hoje passei na minha escola do 1º ciclo que frequentei há 34 anos atrás. Também tinha pinheiros! Tinha?...TEM porque felizmente não fica em Sobrado mas, no Porto!
Estão enormes, tratados e VIVOS! Vejam: