Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A MENINA QUE FALAVA COM O VENTO
Senhor Vento, pode entrar!
O senhor vem de tão longe
há-de trazer que contar.
O senhor viu outras terras?
Viu palmeiras? Viu o mar?
Quantas torres de castelo
viu antes de cá chegar?
O senhor Vento é cigano?
Ou não tem onde morar?
Olhe a minha chaminé...
Se quiser, pode ficar.
O senhor tem olhos verdes?
Ou tem-nos cor de luar?
Sempre por fora de casa...
Sua mãe vai-lhe ralhar!
Vá-se embora, senhor Vento!
Tem navios a esperar.
Ajude-me a adormecer.
Volte quando eu acordar!
Autora: Maria Eulália de Macedo
ADIVINHA
afia e não é amolador;
presta-te os seus serviços
para que escrevas melhor.
Solução: afia ou aguça
Na colmeia nasceram,
logo cores lhe deram,
e percorrendo o papel
pequenos logo se fizeram.
Solução: lápis de cera
Assim nasceu Portugal...

Assim na nossa sala começou a descoberta como nasceu Portugal? Aqui publicamos um pequeno resumo daquilo que aprendemos...
O conde D. Henrique e Dona Teresa eram os senhores do Condado Portucalense. Quando D. Henrique faleceu, o seu filho D. Afonso Henriques, era ainda uma criança, mas já tinha duas grandes aspirações: fazer do Condado um Reino independente (um país, uma nação) e aumentá-lo. Para tal lutou contra o rei de Leão e Castela, ao qual pertencia o Condado Portucalense. D. Afonso Henriques foi também um cavaleiro muito valente e com muita coragem combateu e travou várias lutas contra os Muçulmanos, para conseguir alargar o território. Ao fim de vários anos de luta contra o reino de Leão e Castela, finalmente, D. Afonso Henriques foi reconhecido plo seu primo, rei de Portugal, no Tratado de Zamora, em 1143. O Condado passa a ser reino.
E assim nasceu o reino de Portugal....
Os reis que sucederam a D. Afonso Henriques continuaram a sua luta e o nosso território foi aumentando. Mais tarde, por mar descobrimos e povoamos novas terras em quase todos os continentes.
(imagem retirada da internet)
sábado, 24 de novembro de 2007
POR AQUELA SERRA...
Por aquela serra acima
vinte e cinco cegos vão.
Cada cego tem seu moço.
Cada moço tem seu cão.
O cego dá pão ao moço.
O moço dá pão ao cão.
popular
ANEDOTA DO DIA
- Viste o teu irmão?
- Vi, mãe! - respondeu o Luisinho.
- Está no frigorífico.
A mãe aflita, diz:
- Ai céus... ele vai morrer de frio!
Diz o Luisinho, de seguida:
- Não, não... Eu fechei a porta."
ADIVINHA
O que é, que é?
Dizem que sou rei
e não tenho reino.
Dizem que sou loiro
e cabelos não tenho.
Acerto relógios
e não sou relojoeiro.
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
RECOLHA DE PROVÉRBIOS
OU
DITADOS POPULARES
- Desmanchar e fazer, tudo é aprender.
- Amigo do meu amigo, meu amigo é.
- Filho de peixe, sabe nadar.
- Quem muito dorme, pouco aprende.
- Quem não trabuca, não manduca.
- Água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura.
- Quem sai aos seus, não degenera.
- Grão a grão, enche a galinha o papo.
- Até ao lavar dos cestos, há vindima.
- Nem tudo que reluz, é ouro.
- Cão que ladra, não morde.
- Quem tudo quer saber, nada se lhe diz.
- Quem te avisa, teu amigo é.
- Quem tudo quer, tudo perde.
- Quem dá aos pobres, empresta a Deus.
- Quem muito fala, pouco acerta.
- Mãos que não dais, o que esperais?
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Plantações
Tivemos sorte! Hoje de manhã o sol visitou-nos e permitiu realizar o planeado. Pelas 10h os jardineiros , a Engenheira Marília e a Dra. Raquel (todos da Câmara Municipal de Valongo) estavam na escola para iniciar a plantação de...sabem quantas árvores? 76!Querem saber que espécies plantamos? Pois as árvores autóctones que foram plantadas, por cada aluno da escola, foram MEDRONHEIROS e CARVALHOS.Também plantamos arbustos
-AZEVINHO.A primeira turma a ir para o exterior, para o terreno anexo à escola, foi a do 4º ano, seguindo-se a do 3º ano, a do 1º/2ºanos e
por fim nós, do pré-escolar.A Dra. Raquel deu uma explicação inicial à actividade e, depois, as crianças dividiram-se em 3 grupos (1 com a professora, outro com a auxiliar Fátima e,outro com a Auxiliar Manuela). Cada grupo tinha um jardineiro que explicava como se fazia a plantação e ajudava colocando a estaca e prendendo a árvore.Todos os meninos gostaram muito de cavar, colocar a árvore pequenina, tapar de novo com terra. Estava tudo bem organizado e os senhores eram muito simpáticos. Entretanto tivemos a visita de um Vereador e da Directora do Departamento do Ambiente e Qualidade de vida.
Mas, tivemos uma prenda pelo nosso trabalho! Cada um teve uma mochila verde muito engraçada.
Foi uma manhã muito agradável.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Dia da Floresta autóctone
| Nome comum | Nome científico |
| Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica | |
| Azinheira | Quercus rotundifolia |
| Cerejeira-brava | Prunus avium |
| Carvalho-português | Quercus faginea |
| Carvalho-negral | Quercus pyrenaica |
| Carvalho-alvarinho | Quercus robur |
| Medronheiro | Arbutus unedo |
| Pinheiro-manso | Pinus pinea |
| Pinheiro-bravo | Pinus pinaster |
| Zambujeiro | Olea europaea var. sylvestris |
| Sobreiro | Quercus suber |
| Espécies ripícolas – associadas a cursos de água | |
| Amieiro | Alnus glutinosa |
| Freixo | Fraxinus angustifolia |
| Choupo-negro | Populus nigra |
| Borrazeira-negra | Salix atrocinerea |
| Salgueiro-branco | Salix alba |
| Ulmeiro | Ulmus minor |
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Árvore de Natal
domingo, 18 de novembro de 2007
Pique, Pique...

Eu piquei
Grão de milho
Eu achei,
Fui levá-lo
Ao moinho
O moleiro
Não moeu,
Foram lá os ladrões
Que lhe levaram os calções
sábado, 17 de novembro de 2007
ADIVINHA
lhe pus a capa.
E tirei-lha
para andar.
Ele sem capa não anda,
e com ela não pode andar.
Solução: Sou o pião
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
A Expressão Plástica no Jardim de Infância
Alguns encarregados de educação ficam muito admirados e, se calhar, pouco agradados com tal sujidade. Mas…é natural!
As actividades no Jardim de Infância passam por várias áreas de conteúdo, ou seja, diferentes aprendizagens que passam pela realização de actividades variadas. As crianças aprendem mexendo, experimentando, descobrindo, AGINDO.

Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.

É através da expressão plástica que, com prazer, é desenvolvida a motricidade fina na criança. A par da utilização dos materiais,começa a tentar representar o que lhe vai na mente. Através desta expressão a educadora tem alguma percepção do desenvolvimento da criança. De uma forma geral,no desenho, até aos 3 anos é a idade das garatujas (traços longitudinais que, com o tempo, se vão tornando circulares). Só depois desta fase começa a surgir a tentativa de desenhar a figura humana, que se limita à cabeça. Entre os 3 e os 4 anos a criança começa a desenhar o
ser humano reconhecível, com pernas e braços. Dos 4 aos 5 anos o desenho infantil começa a apresentar a figura humana com mais detalhes. (Como este do Ricardo).
A expressão plástica pretende dar livre iniciativa à criança na "arte" de representar e comunicar.
Tem a bata com tinta? é sinal que o seu filho experimentou e esteve activo. Aos poucos, o cuidado com a roupa e, a destreza manual tornarão a criança mais asseada.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Dia mundial da Diabetes
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Seja sempre lembrada a bondade...
O TEMPO
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo tem tanto tempo
como o tempo, tempo tem.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Aniversários...

Na sala de Jardim de Infância foram feitos uns castelos diferentes. Cada castelo colorido corresponde a um mês e, os aniversariantes, são Reis e Rainhas desses Castelos.
Assim, em Setembro, o Bobo dos Castelos, visitou-o porque fizeram anos o Rei Luís e o Rei Pedro Alexandre.
No mês de Outubro nin guém festejou anos e, agora em Novembro, já tivemos o aniversário da Rainha Tatiana, vamos ter o do Rei Lucas e do Rei Rafael Barroso.
A todos eles desejamos os PARABÉNS.
O NOSSO MAGUSTO...
Na manhã de sexta-feira, dia 9 de Novembro, foi o Magusto na nossa escola. O dia estava cinzento mas todos os alunos estavam contentes e entusiasmados, com a festa. Já na sala enquanto pintávamos desenhos alusivos ao magusto, a D. Maria pediu ajuda para ir apanhar o moliço. O Pedro, o Anselmo e o Diogo Souto foram os felizes contemplados .
Quando eles regressaram fomos em conjunto até ao recreio para fazer a fogueira e assar as castanhas. Os outros alunos da escola e da pré do Baldeirão já lá estavam...
A fogueira começou a arder e logo se puseram as castanhas, a assar no meio do moliço. Algumas castanhas até saltaram e estalaram!!! Para animar a ocasião cantamos a canção da “castanha”.
Em seguida, saltamos a fogueira e alguns meninos enfarruscaram a cara toda.
Ficaram bem engraçados!
Até que chegou o momento de comer as castanhas que as professoras e as auxiliares colocaram cuidadosamente, nos nossos cartuchos.
No final da manhã ainda brincámos um bocadinho até ao almoço.
Foi um dia divertido, engraçado e bastante animado!
Alunos do 4ª ano - Diogo S., Filipa, Pedro, Anselmo, José Filipe, Ricardo e Diogo M.
domingo, 11 de novembro de 2007
DIA DE MAGUSTO
Pela manhã, a aula começou com uma pintura alusiva: cesto de castanhas. Desenhamos no quadro o mesmo cesto e, também uma fogueira. Junto dos desenhos escreveu-se: É dia de Magusto... Hoje, vamos comer castanhas assadas, na fogueira. As castanhas são fruto do castanheiro.
Cantamos uma canção que tinha sido ensaiada em aulas anteriores e, houve diálogo e audição sobre a lenda de S. Martinho. De seguida, os alunos pintaram seis figuras, recortaram-nas, ordenaram-nas e colaram-nas numa folha, de acordo com a lenda.
Lenda de S. Martinho
Há muitos, muitos anos...Num dia de vendaval e de neve seguia um nobre cavaleiro, de nome Martinho, montado no seu cavalo, quando lhe apareceu um pobre homem, esfarrapado e a tiritar de frio, a pedir esmola.
Ao vê-lo, o cavaleiro sentiu uma tristeza enorme.
Parou o cavalo e, com a espada, cortou ao meio a sua capa quente com que se cobria e deu metade ao mendigo.
E ali ficou um pouco a conversar...
Até comeram castanhas, que o mendigo assou numa fogueira improvisada.
Nesse momento, a tempestade parou, o céu tornou-se azul e um céu luminoso inundou a Terra.
Este cavaleiro tornou-se num homem bom e justo, defensor dos mais humildes e da paz e, por isso ser considerado um santo - S. Martinho.
Todos os anos, para comemorar esse dia, o tempo fica ameno, o sol brilha num céu muito azul - é o chamado Verão de S. Martinho.
E todos comemos castanhas assadas.
Popular
(Colecção FIO-DE-PRUMO -2º ano)

Chegou o momento mais esperado...
Reunimos no recreio para ver a fogueira e as castanhas a assar.
Enquanto o moliço ardia...
Cantamos canções adequadas ao dia comemorativo...
Canção
As castanhas meus meninos
são fruto do castanheiro,
quem quiser comer castanhas
abra o ouriço primeiro.

São castanhas
do castanheiro,
que nós comemos
junto ao braseiro.
São castanhinhas,
castanhinhas são;
São castanhinhas
na palma da mão.
Cantar com a música (Todos me querem...)

As castanhas foram retiradas do braseiro...
As professoras e a maior parte dos alunos saltaram a fogueira...
Uns mais atrevidos, enfarruscaram-se.
Depois de todo este entusiasmo... Comemos as castanhas assadas e bebemos sumo...
Foi uma manhã divertida!
sábado, 10 de novembro de 2007
Brevíssimas notas sobre o Magusto - 9 Novembro
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
TUDO AO CONTRÁRIO
O menino do contra
queria tudo ao contrário:
deitava os fatos na cama
e dormia no armário.
Das cascas dos ovos
Fazia uma omelete;
para tomar banho
usava a retrete.
Andava, corria
de pernas para o ar;
Se estava contente
punha-se a chorar.
Molhava-se ao sol
secava na chuva;
e em cada pé
usava uma luva.
Escrevia no lápis
com um papel;
achava salgado
o sabor do mel.
No dia dos anos
teve dois presentes:
um pente com velas
e um bolo com dentes.
Poesia Popular
Luísa Ducla Soares
O MEU AMIGO LÁPIS...
Hoje, li para toda a turma um texto relacionado com as mordeduras de lápis.
O MEU AMIGO LÁPIS
Um dia, estava na sala, à hora do recreio e, ao pôr o lápis na boca, ouvi:
- Ai! Ai!
Tirei o lápis da boca devagarinho e ouvi outra vez:
- Obrigado por parares de me morder. - disse o lápis!
- Eu não sabia que os lápis falavam!
- Nós não falamos; só quando estamos fartos de nos roerem é que falamos.
- Eu quando te começo a roer, não é por mal, é por hábito.
- Mas se tu fosses lápis, não gostavas que te roessem. É que dói muito e até faz mal à tua saúde. Sabias? Agora, adeus.
- Adeus, porquê? - perguntei eu.
- Porque tens de acabar de fazer os trabalhos.
Nesse dia, aprendi uma lição: NUNCA MAIS ROER OS LÁPIS.
Autor: Daniel Teixeira Nobre
(A minha janela - Areal Editores)
S. MARTINHO
Apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, o cavaleiro continuou o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se. O céu ficou límpido. E um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Para que nunca se apague da memória dos homens este acto de bondade praticado pelo cavaleiro , diz-se que , nessa mesma época ,todos os anos, cessa por alguns dias o tempo frio. O céu fica azul e o sol reaparece, quente e brilhante.
É o Verão de S. Martinho.
“Flores para Crianças”
Fernando Cardoso
Sabedoria popular sobre esta Tradição...
Pelo S.Martinho o tempo cinzento pelo caminho .
Pelo S.Martinho mata o teu porquinho.
Pelo S. Martinho semeia o teu cebolinho.
Pelo S.Martinho vai à adega e prova o vinho.
Pelo S.Martinho castanha assada e vinho.
Alunos da Escola de Paço, 4ºano.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
PARA RIR...
Em aulas anteriores falamos nos cinco órgãos dos sentidos e, estes foram registados no caderno...
-Agora, vão pensar um pouco e vão registá-los novamente, sem ver!
Passados segundos, ouve-se a Helena dizer: - Professora, o Gonçalo está a escrever com os olhos tapados!
O Gonçalo destapa os olhos, fixa um olhar sério e admirado e diz para a colega: - A Professora disse: - Sem ver, sem ver!
Resposta
Na sequência do post INDIGNAÇÃO, relativo ao abate de pinheiros nesta escola em Sobrado, e, de um email enviado ao Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Valongo, recebemos esta resposta escrita. Nem sempre as pessoas têm atitudes como a da Dra.Clara, que eu felicito e, da qual , publicito aqui o seu teor.
Exma. Senhora Coordenadora
Respondemos, para melhor esclarecimento quer de V. Exa. quer da autora do “Desabafo”, a propósito do abate dos pinheiros da Escola de Paço, uma vez que os comentários feitos manifestam um total desconhecimento das razões que sustentaram o procedimento da C.M. Valongo e colocam em causa um trabalho sério de Educação Ambiental que tem vindo a ser desenvolvido e distinguido nos meios da especialidade.
Tal situação demonstrou que a eficácia do tratamento não poderá ser garantida na totalidade, dado os diferentes ciclos verificados ( o tratamento só é eficaz numa fase muito precisa do processo de criação), mantendo-se o perigo de ocorrência de situações graves ( são conhecidas situações de internamento por alergia, ingestão das lagartas com pelos urticantes, etc).
Assim, considerando o teor do parecer técnico de uma empresa especializada; o facto do problema ser cíclico ( e em períodos cada vez mais curtos ); as inúmeras reclamações por parte da comunidade e os antecedentes registados, foi decidido o abate dos pinheiros em causa e a sua substituição, na parcela contígua à Escola, por espécies nativas sem esse tipo de problemas.
Compreendem naturalmente que gerir o Ambiente de forma responsável, implica muitas vezes tomar decisões que aparentemente contrariam o conhecimento comum.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Conversas infantis
- Sim? e onde?
- No cemitério!
Outro colega entra na conversa e explica: "Ele está enganado! No cemitério é onde as pessoas vivas põem as pessoas mortas debaixo da terra(dentro de uma caixa) e, depois vão lá por flores bonitas".
sábado, 3 de novembro de 2007
PARA RIR...
Por vezes, defrontamos situações momentaneamente espontâneas... Situações PARA RIR ...
Aqui, pretendo publicar alguns momentos engraçados, em situação de sala de aula e, outros similares após pesquisa.
No ano lectivo 2006/2007 , tive uma turma de 12 alunos do 1º ano.
O Telmo que costumava ser irrequieto, distraído e um pouco falador, não estava a realizar o trabalho pretendido. Então, indaguei: - O menino não trabalha? Está distraído e não faz nada! Está deitado na cadeira da praia ou da esplanada do café? Ah! Ainda está de férias?
O aluno olhou e respondeu: - Não, professora, eu não estou de férias, estou de folga!
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
- Se em Novembro ouvires trovão, o ano que vem será bom.
- Em Novembro, pelo S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
- No dia de S. Martinho, mata o teu porquinho; vai à adega, abre a pipa e prova o vinho.
LENGALENGA
"30 dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro.
De 28 ou 29 só há um.
Os restantes têm todos 31."
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Morcegos
Claro que o morcego, ou pelo susto, ou pela luz...acabou por morrer, enquanto alguns se escaparam.
(aspecto das asas)
Dia das Bruxas

O “Halloween” por incrível que pareça, surgiu há dois mil anos!
Mas, é preciso saber que no início dos tempos, esta festa não era tão divertida e alegre, pelo contrário, era muito sombria e tenebrosa. É por isso, que se usam ainda hoje máscaras muito feias, de fantasmas, de Conde Drácula, de bruxas,.... Usam-se também muitos outros utensílios “horripilantes”.
Texto colectivo, escrito pelos alunos do 4.º ano.
Hoje, o dia na escola ainda teve uma surpresa, no fim houve uma gelatina hoooorriiiipiiilante!!!!!!!!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
A propósito de diferenças
E, no nosso mundo? Às vezes parece que as diferenças são para apontar e marginalizar! As cores dos rostos humanos, ainda incomodam muita gente. Há aqueles que pensam que ter uma determinada cor, é ser mais do que os outros.
Mas, o mundo fica muito mais bonito com essa diversidade de povos e culturas . O que fica mal é a pobreza e a miséria!
DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR
No dia comemorativo, 22 de Outubro, li a história " O Alfaiatezinho Valente" aos 22 alunos da turma. Eles adoraram ouvir a história e deliraram a ver as imagens. De seguida, recontaram-na oralmente e desenharam o personagem favorito...
Deixo-vos agora um texto de Maria Natália Miranda "O livro abandonado" que captou a minha atenção.
O LIVRO ABANDONADO
O livro estava caído à beira do caixote, atirado fora como coisa inútil.
-Tenho ainda tanto que dar. -dizia ele para si. - E aqui me vejo sem préstimo nenhum. Só por fora é que estou assim feio e desajeitado, mas por dentro ainda me sinto jovem. Tenho nas minhas folhas sonho e alegria e bem podia ainda fazer a felicidade de qualquer criança que me lesse.
E tanto me esforcei na vida. Tanta coisa fui, tantas transformações sofri...
Primeiro fui arvorezinha, nascida e criada nos montes, entre giestas, urzes, ninhos e pardais. Depois de alta e incorporada, chegou um serrador, cortou-me e levou-me para a fábrica, onde me vi transformada em papel. Da fábrica passei para uma tipografia. Aí as minhas folhas brancas foram impressas. Os escritores escreveram nas minhas páginas e os desenhadores ilustraram as minhas folhas. Depois de agrafado, cosido e colado, transformei-me neste livro, agora já sem graça.
E o livro, abandonado atrás do caixote, suspirou: - Ai de mim! Ai de mim!
Já de seguida, um outro texto da mesma autora.
NOVO, OUTRA VEZ
E enquanto o livro lamentava a sua triste sorte passou por ali um menino, um menino que nunca teve um livro de sonho. Só os de estudo. Olhou aquele livro de capas velhas, apanhou-o, desfolhou-o e levou-o para casa.
- Mãe - disse logo que chegou.- Tem aí um pedaço de pano bonito para eu forrar este livro?
- Vou ver.
A mãe deu-lhe uma tira de tecido vermelho.
O menino passou parte da tarde e parte da noite a colar as folhas e as capas do livro; depois do trabalho feito, recostou-se num banco e abriu-o com gosto.
E foi com ele através do tempo, ao encontro de Reis e rainhas, de fadas e gnomos, de estrelas e astronautas, de coisas e animais que falavam como gente.
E durante muito tempo, o livro foi o melhor amigo daquele menino que nunca tinha tido um livro de sonho.
Autora: Maria Natália Miranda
"Beija-flor" - Editorial o livro
Se não tiverem um livro de sonho, procurem-no numa biblioteca e transformem o sonho realidade, durante algumas horas...
Outono pelo chão...
E, dessa forma, o chão fica salpicado de tons castanhos, amarelados, vermelhos escuros, alaranjados, esverdeados...cambiantes de cor que, ganham um brilho especial em dias dourados de sol.
As crianças, do Jardim de Infância, recolheram algumas dessas folhas e, carimbaram-nas com tinta. Repararam nas suas nervuras, recortes e tamanhos. Eram folhas de videiras, plátanos, macieiras, carvalhos. Muitas outras rodopiarão pelo ar!
O outono também serve para estas coisas.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
"No dia de S. Lourenço, vai à vinha e enche o lenço."
"Pelo S. Martinho, vai à adega e prova o vinho."
AS VINDIMAS
As vindimas fazem-se normalmente no principio do Outono.
Junta-se um grupo de amigos e familiares do dono das vinhas para colherem as uvas das ramadas.
As uvas são recolhidas em cestos que, depois de colocados no tractor são transportados para o lagar. Aí, as uvas são pisadas pelas pessoas para fazer vinho.
-André-
No Outono fazem-se as vindimas.
As pessoas vão para o campo, cortam as uvas e deitam-nas em cestos.
As uvas são levadas em tractores para o lagar.
No lagar são pisadas para fazer vinho. Depois, o vinho vai para as cubas, pipas e tonéis.
-Tatiana-
As vindimas são feitas no Outono.
Nas vindimas colhem-se as uvas para fazer vinho.
O vinho é feito num lagar... relam-se e pisam-se as uvas e faz-se vinho doce.
As vindimas são feitas por muitas pessoas que se ajudam umas às outras.
Em Novembro, pelo S. Martinho, comem-se as castanhas e já se prova o vinho novo.
-Bruna-
Eu já participei numas vindimas. Tinha quatro anos e andava no Jardim de Infância Vêmar.
Num dia, do mês de Outubro, fomos a uma quinta onde havia muitas uvas.
Eu e os meus amiguinhos desse Jardim, colhemos e transportamos uvas para um lagar.
Depois, lavamos os pés e entramos descalços no lagar. Tinha chegado a altura de pisar as uvas com os pés, até ficar vinho.
O primeiro vinho fica doce.
Os donos da quinta ofereceram-nos uvas e vinho doce.
Quando chegamos ao Jardim de Infância, provamos o vinho que tínhamos feito.
Foi um dia muito divertido!
-Helena-
um pinhão
Já em casa fui guardá-lo num vasinho que a minha mãe tinha na varanda. Todos os dias lhe ia dar os bons dias antes de ir para a escola.
Uma manhã reparei que havia uma hastezinha saída da terra. Comecei a acariciá- la ela foi crescendo, crescendo, até ser um pinheiro tão grande que tive de mudá-lo para um vaso maior.
Cresceu mais do que eu, e o meu pai plantou-o no quintal. Agora, para falar com ele, tenho de gritar, pois está tão alto, que receio que ele não me ouça. Mas sei que ouve porque, sempre que lhe falo, deixa cair uns pinhõezinhos.
Há dias, pus um pinhãozinho na terra e, hoje de manhã verifiquei que o meu pinheiro já tinha um filhote!
Amanhã vou a correr ao quintal para lhe dar a novidade.
Francisca Metrogos
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Antes e depois...(de uma idiotice)
Pois eu, já com alguma idade, lembrei-me de uma cantiga que dizia "Pra melhor, está bem...está bem, pra pior já basta assim!"...não há duvida de que existem intervenções, como esta, que são melhorias significativas na vida de qualquer cidadão.
Perdoem-me a ironia mas, ainda não consegui superar esta perda!
Vejam bem as imagens.


sexta-feira, 19 de outubro de 2007
É OUTONO...
Colhem-se as pêras, as maçãs e os marmelos.
Colhem-se as espigas de milho. É a época das desfolhadas.

As castanhas e as romãs ficam maduras.
As árvores deixam cair as folhas.
As folhas ficam com tonalidades diferentes:
amarelas, castanhas, vermelhas e alaranjadas.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
A SIMPLICIDADE
Cabe aos adultos fazer com que mereçamos toda a sua confiança, que acreditem em nós para nunca se sentirem traídas, para crescerem com confiança, sentirem o nosso amor, ensiná-las a gostar de flores, porque as crianças e flores têm o mesmo odor. Fui criança carente, por isso sei do que falo.
A criança tem um coração imenso, que quando está feliz os seus olhos brilham! Cada um de nós tem o dever de fazer o que estiver ao seu alcance, para esse brilho ser forte e constante, porque estamos também a fazer bem para nós, porque essa felicidade é contagiante e, dentro de cada um de nós há uma criança! Dá amor, receberás amor!"
autor: João Gama "labirinto de espelhos"
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
pobres...diferentes...alimentados?...
Nós vimos na Roda dos Alimentos que a fruta é muito importante e hoje fizemos salada de fruta.
Começamos por juntar a fruta que se vê na imagem.
Depois...descascamos, cortamos e misturamos tudo.
Colocamos em tacinhas. Hum! ficou saboroso!
Pinheiros...
Descampado



Agradecemos a todos os que se solidarizaram connosco. Sentimos que afinal não estamos sós...
nos ideais...nas perspectivas...
Mas, ficamos sós...sem os pinheiros do
recreio e daqueles que estavam para
além do muro (em terreno da escola).
Ficaram os eucaliptos!...e atristeza
Toda esta paisagem já não existe!







