Começamos, assim, as nossas experiências de plantações...vamos lá ver o que vai acontecer!
Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Flores
Começamos, assim, as nossas experiências de plantações...vamos lá ver o que vai acontecer!
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Já sabem da nossa Alice?
Ela ficou farta de festejar os não aniversários...
O Gato Risonho voltou a aparecer em cima de uma árvore. Alice estava triste porque não sabia qual o caminho que devia seguir para casa. O Gato dirigiu-lhe um enorme sorriso e disse-lhe que todos os caminhos eram da Rainha.
- Pára de chorar! –disse – vou indicar-te o caminho para saíres daqui. Afastou um ramo e mostrou-lhe a entrada peço tronco da árvore que conduzia ao Palácio da Rainha. O Coelho Branco chegou a correr, tocando a corneta e chamando todas as cartas do baralho para se porem em fila. A Rainha de Copas estava prestes a chegar!
- Sua Majestade, a Rainha! – anunciou o Coelho Branco.
- Quem pintou as minhas rosas de vermelho? – gritou decidida a a cortar a cabeça aos culpados. Mas, de repente reparou numa cara nova...
- Pára de chorar! –disse – vou indicar-te o caminho para saíres daqui. Afastou um ramo e mostrou-lhe a entrada peço tronco da árvore que conduzia ao Palácio da Rainha. O Coelho Branco chegou a correr, tocando a corneta e chamando todas as cartas do baralho para se porem em fila. A Rainha de Copas estava prestes a chegar!
- Sua Majestade, a Rainha! – anunciou o Coelho Branco.
- Quem pintou as minhas rosas de vermelho? – gritou decidida a a cortar a cabeça aos culpados. Mas, de repente reparou numa cara nova...
- Chamo-me Alice, Majestade, e estou perdida.
A Rainha sorriu docemente, mas resolveu mostrar que era que mandava. Ordenou-lhe que fizesse uma vénia e Alice educadamente, obedeceu.
A Rainha sorriu docemente, mas resolveu mostrar que era que mandava. Ordenou-lhe que fizesse uma vénia e Alice educadamente, obedeceu.
- A propósito, - perguntou a Rainha, dirigindo-se a Alice – sabes jogar críquete?
No momento em que a Rainha se preparava para lançar a bola, o Gato Risonho apareceu empoleirado nas costas da Rainha. A sua intenção era aborrecê-la e rir-se dela...o que poderia ter consequências graves.
Oh, não! - exclamou Alice, correndo para detê-lo. Mas era tarde. O Gato levantou o vestido da Rainha por trás, mesmo quando ela ia dar a tacada, e el perdeu o equilíbrio e caiu de cabeça no chão.
A Rainha, furibunda, culpou Alice da sua aparatosa queda.
- Cortem-lhe a cabeça! – ordenou.
O rei convenceu a Rainha a submeter Alice a julgamento e todos se dirigiram para a sala de de tribunal. O julgamento não foi justo e no final a Rainha sem ligar aos protestos, proferiu a sentença.
- Cortem-lhe a cabeça!
No momento em que a Rainha se preparava para lançar a bola, o Gato Risonho apareceu empoleirado nas costas da Rainha. A sua intenção era aborrecê-la e rir-se dela...o que poderia ter consequências graves.
Oh, não! - exclamou Alice, correndo para detê-lo. Mas era tarde. O Gato levantou o vestido da Rainha por trás, mesmo quando ela ia dar a tacada, e el perdeu o equilíbrio e caiu de cabeça no chão.
A Rainha, furibunda, culpou Alice da sua aparatosa queda.
- Cortem-lhe a cabeça! – ordenou.
O rei convenceu a Rainha a submeter Alice a julgamento e todos se dirigiram para a sala de de tribunal. O julgamento não foi justo e no final a Rainha sem ligar aos protestos, proferiu a sentença.
- Cortem-lhe a cabeça!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Soldados e Bailarinas (pequenicos...)
Dia 1 de Fevereiro...lá estavamos preparados, apesar da ameaça de chuva!
Cada soldadinho tinha uma bailarina, como par. E, como estavam lindas!...Cada par representava essa história de amor...
Na história, dos 25 soldadinhos de chumbo apenas o soldadinho apaixonado tinha uma só perna ,todos sabemos disso! Mas, no Cortejo de Carnaval, como andariam os soldados assim?...
Na história, dos 25 soldadinhos de chumbo apenas o soldadinho apaixonado tinha uma só perna ,todos sabemos disso! Mas, no Cortejo de Carnaval, como andariam os soldados assim?...
A Cátia e a Ana (alunas do CEF) levavam a bandeirola com o nome da história. De seguida 3 soldadinhos muito perfilados (o Emanuel, o Rafael Duarte e o Pedro Alexandre) precediam o marchar deste exército especial. Havia por lá 3 Generais a comandar, para o exército não se distrair com as bailarinas, nem com quem admirava a sua passagem...por Sobrado marcharam, bailaram, cantaram e...encantaram...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Mascarados...
As máscaras só por si, são algo que conseguem transformar a pessoa. Na última sema
na de Janeiro durante o tempo de recreio, as crianças mais velhas adoravam andar a brincar mascaradas e a tentar assustar as mais novas (dentro de certos limites). Mas, com música no exterior, viveram-se momentos animados e, de total iniciativa das crianças. Gosto de as ver assim a brincar em conjunto, independentemente da idade.
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
FEVEREIRO
- Neve em Fevereiro, presságio de mau celeiro.
- Se a Fevereirinha rir, está o Inverno para vir; Se a Fevereirinha chorar está o Inverno a acabar.
- Em Fevereiro, chega-te ao fumeiro.
- Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
- Em Fevereiro, guarda lenha no quinteiro.
ENTREVISTA
Os alunos do 2º ano fizeram uma pequena entrevista a várias pessoas... E, perceberam que existem muitas profissões... e, todas elas são necessárias...

1- QUE PROFISSÃO TEM?
R: Empregada de balcão, carpinteiro, auxiliar da acção educativa, chefe de departamento de compras, gerente comercial, professora, engomadeira, desempregada, cozinheira, serralheiro;
2- O QUE COSTUMA FAZER NO SEU TRABALHO?
R: Atender clientes, fazer e aplicar portas, olhar pelos meninos da escola, comprar tudo o que é preciso para que a empresa funcione, reparar máquinas, dar aulas, passar a ferro, cortar fios para carros, fazer a comida, fazer portões e grades;
3- SE NÃO TIVESSE ESTA PROFISSÃO, O QUE GOSTARIA DE SER?
R: Professora de Matemática, bancário, cozinheira, hospedeira, vendedor, pasteleira, metalurgica, pasteleira, educadora de infância, futebolista;
1- QUE PROFISSÃO TEM?
R: Empregada de balcão, carpinteiro, auxiliar da acção educativa, chefe de departamento de compras, gerente comercial, professora, engomadeira, desempregada, cozinheira, serralheiro;
2- O QUE COSTUMA FAZER NO SEU TRABALHO?
R: Atender clientes, fazer e aplicar portas, olhar pelos meninos da escola, comprar tudo o que é preciso para que a empresa funcione, reparar máquinas, dar aulas, passar a ferro, cortar fios para carros, fazer a comida, fazer portões e grades;
3- SE NÃO TIVESSE ESTA PROFISSÃO, O QUE GOSTARIA DE SER?
R: Professora de Matemática, bancário, cozinheira, hospedeira, vendedor, pasteleira, metalurgica, pasteleira, educadora de infância, futebolista;
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
DIA DO DESFILE

Este foi o resultado de algumas semanas
de dedicados preparativos.
Os alunos esmeraram-se em todas as

actividades necessárias para a preparação
do desfile, tendo sido este o efeito final...
E que tal? Gostaram?
Como sabemos que sim, então para o ano

haverá mais!!!
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Alice andou pelas ruas de Sobrado...
A Alice e a Rainha de Copas também apareceram, mais os seu exército de cartas...
Texto colectivo alunos do 4.º Ano
Alice continua à procura do Coelho Branco...
As aventuras da nossa Alice não param...
Alice caminhou, caminhou através do bosque, à procura do Coelho Branco, até que chegou a um bonito jardim. No meio da relva erguia-se uma bonita casa. Alice curiosa aproximou-se devagarinho.
Chegou à porta e quando ia chamar apareceu o Coelho Branco. Estava vestido com umas roupas muito estranhas e tinha uma corneta na mão.
Alice entrou em casa. Enquanto procurava as luvas do Coelho Branco, descobriu uma bolacha onde estava escrito “como-me”. Trincou-a e começou logo a crescer, a crescer, até ficar tão alta que não cabia na casa. Os braços e as pernas saíam pelas janelas e pelas portas. Um pé gigante empurrou o Coelho Branco pela escada abaixo.
Pobre Alice! Tinha duas vezes o seu tamanho normal e parecia uma boneca enorme metida dentro de uma caixa. Lá fora o Coelho Branco, muito assustado, encontrou o Dodo e exclamou:
- tenho um monstro dentro de minha casa!
Alice recuperou o seu tamanho normal e guardou nos bolso os bocadinhos de cogumelo que sobraram. Sentia-se feliz e começou a passear, convencida que finalmente podia continuara à procura do Coelho Branco. Aproximou-se de uma árvore que tinha várias tabuletas que indicavam outros tantos caminhos e ficou confusa, sem saber par onde ir. Quando Alice estava quase a chorar apareceu um gato numa árvore-
- Sou o Gato Risonho - anunciou.
O gato falou-lhe por enigmas e disse-lhe que o Coelho tinha ido por um caminho, mas não era o caminho correcto, o que serviu para confundir Alice ainda mais. Depois aconselhou-a a ir perguntar ao Chapelheiro Louco e à Lebre Maluca, pois eles de certeza que sabiam onde estava o Coelho Branco.
O gato Risonho indicou-lhe o caminho até ao local onde decorria um estranho lanche: O Chapeleiro Louco e a Lebre Maluca celebravam uma festa. As chávenas e os bules cantavam juntamente com ele, enquanto brindavam alegremente. Era o lanche mais extraordinário que Alice tinha visto na sua vida!
Alice juntou-se à festa e perguntou àqueles estranhos seres o que e stavam a comemorar.
- O nosso não aniversário!- responderam
- como os aniversários são uma vez por ano sobram 364 dias para comemorar os nossos não - aniversários – remataram eles alegremente. E a festa continuou...
Chegou à porta e quando ia chamar apareceu o Coelho Branco. Estava vestido com umas roupas muito estranhas e tinha uma corneta na mão.
Alice entrou em casa. Enquanto procurava as luvas do Coelho Branco, descobriu uma bolacha onde estava escrito “como-me”. Trincou-a e começou logo a crescer, a crescer, até ficar tão alta que não cabia na casa. Os braços e as pernas saíam pelas janelas e pelas portas. Um pé gigante empurrou o Coelho Branco pela escada abaixo.
Pobre Alice! Tinha duas vezes o seu tamanho normal e parecia uma boneca enorme metida dentro de uma caixa. Lá fora o Coelho Branco, muito assustado, encontrou o Dodo e exclamou:
- tenho um monstro dentro de minha casa!
Alice recuperou o seu tamanho normal e guardou nos bolso os bocadinhos de cogumelo que sobraram. Sentia-se feliz e começou a passear, convencida que finalmente podia continuara à procura do Coelho Branco. Aproximou-se de uma árvore que tinha várias tabuletas que indicavam outros tantos caminhos e ficou confusa, sem saber par onde ir. Quando Alice estava quase a chorar apareceu um gato numa árvore-
- Sou o Gato Risonho - anunciou.
O gato falou-lhe por enigmas e disse-lhe que o Coelho tinha ido por um caminho, mas não era o caminho correcto, o que serviu para confundir Alice ainda mais. Depois aconselhou-a a ir perguntar ao Chapelheiro Louco e à Lebre Maluca, pois eles de certeza que sabiam onde estava o Coelho Branco.
O gato Risonho indicou-lhe o caminho até ao local onde decorria um estranho lanche: O Chapeleiro Louco e a Lebre Maluca celebravam uma festa. As chávenas e os bules cantavam juntamente com ele, enquanto brindavam alegremente. Era o lanche mais extraordinário que Alice tinha visto na sua vida!
Alice juntou-se à festa e perguntou àqueles estranhos seres o que e stavam a comemorar.
- O nosso não aniversário!- responderam
- como os aniversários são uma vez por ano sobram 364 dias para comemorar os nossos não - aniversários – remataram eles alegremente. E a festa continuou...
"Alice no País das Maravilhas" Everest Editora
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Onde anda a Alice
- Se queres voltar a crescer – disse a maçaneta – come um bocadinho dessa bolacha.
Alice achou que era uma boa ideia. Comeu a bolacha toda e começou a imediatamente a crescer, mas exageradamente. Alice, desconsolada, começou a chorar e as lágrimas provocaram uma inundação. - Bebe a poção – ordenou-lhe de novo a maçaneta – e voltarás de novo a diminuir de tamanho. Alice bebeu a poção e ficou tão pequenina que, sem dar conta... foi parar ao interior de im frasco que, flutuando atravessou o buraco da fechadura.
Alice achou que era uma boa ideia. Comeu a bolacha toda e começou a imediatamente a crescer, mas exageradamente. Alice, desconsolada, começou a chorar e as lágrimas provocaram uma inundação. - Bebe a poção – ordenou-lhe de novo a maçaneta – e voltarás de novo a diminuir de tamanho. Alice bebeu a poção e ficou tão pequenina que, sem dar conta... foi parar ao interior de im frasco que, flutuando atravessou o buraco da fechadura.
Alice correu atrás do Coelho Branco e foi dar a um lugar afastado do bosque. Começava a ficar desanimada. Olhou para o caminho do bosque para ver de que lado viera, sem reparar, que atrás de uma árvore, dois divertidos seres a vigiavam.
Os gémeos resolveram aparecer e apresentarem-se. Eram Tuidelidum e Tuidelidim, um par bastante original. Começaram a cantar e a dançar, decididos a dar Alice uma lição de lógica...uma lição por sinal bastante estranha. Alice tentou desculpar-se para continuar à procura do Coelho Branco, mas não teve outro remédio senão escutar a sua história...
Os gémeos resolveram aparecer e apresentarem-se. Eram Tuidelidum e Tuidelidim, um par bastante original. Começaram a cantar e a dançar, decididos a dar Alice uma lição de lógica...uma lição por sinal bastante estranha. Alice tentou desculpar-se para continuar à procura do Coelho Branco, mas não teve outro remédio senão escutar a sua história...
Era a história da Morsa e do Carpinteiro, ou das Ostras
curiosas. A Morsa, um velho macho inteligente e errante, não estava muito disposto a partilhar a sua sorte com o companheiro, o Carpinteiro.
Um dia, descobriram um amontoado de ostras no fundo do mar e pensaram fazer um grande banquete.a Morsa atraiu as Ostras até à margem ao som de uma melodia. As Ostras, maravilhadas, seguiram a Morsa dançando ao compasso da música, convencidas que eram convidadas para o banquete.o Carpinteiro foi buscar molhos para acompanhar a refeição mas, quando voltou, a espartalhona da Morsa tinha comido as Ostras todas. O Carpinteiro ficou furioso e a Morsa viu a sua vida a andar para trás.
- E amoral da história é... – disseram Tuidelidum e Tuidelidim. Mas não acabaram a frase porque viram, surpreendidos que Alice já se tinha ido embora.
curiosas. A Morsa, um velho macho inteligente e errante, não estava muito disposto a partilhar a sua sorte com o companheiro, o Carpinteiro.Um dia, descobriram um amontoado de ostras no fundo do mar e pensaram fazer um grande banquete.a Morsa atraiu as Ostras até à margem ao som de uma melodia. As Ostras, maravilhadas, seguiram a Morsa dançando ao compasso da música, convencidas que eram convidadas para o banquete.o Carpinteiro foi buscar molhos para acompanhar a refeição mas, quando voltou, a espartalhona da Morsa tinha comido as Ostras todas. O Carpinteiro ficou furioso e a Morsa viu a sua vida a andar para trás.
- E amoral da história é... – disseram Tuidelidum e Tuidelidim. Mas não acabaram a frase porque viram, surpreendidos que Alice já se tinha ido embora.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Então já sabem o que aconteceu à curiosa da Alice...Alice caiu num buraco. O vestido e os saiotes fizeram de pára-quedas e por isso, ela caía devagar. Enquanto caía, viu alguns objectos que flutuavam à volta dela: uma mesa, um candeeiro, um livro, um espelho, um cachimbo. Até que finalmente Alice chegou ao solo, sã e salva. Embora estivesse bastante escuro, ela sentiu a presença do Coelho Branco. Alice continuou e chegou a uma sala que tinha várias portas. Tentou em vão abri-las até que encontrou uma pequena aporta atrás da cortina.
Quando Alice tentou espreitar pelo buraco da fechadura ouviu uma voz que dizia:A voz saía da maçaneta da porta! – Se queres passar por esta porta – disse a voz – bebe um pouco do conteúdo do frasco. Alice voltou-se e viu um frasco com uma etiqueta e dizia-me “bebe-me”. Cheia de curiosidade. Bebeu um gole e imediatamente começou a encolher até ficar do tamanho de uma boneca. Agora o frasco era maior que ela e Alice era demasiado pequena para abrir a porta."ALice no País das Maravilhas" Everest Editora
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Máscaras

Afinal o que é uma máscara?Todos tinham ideia do que era mas...explicar era mais difícil! Acabaram por dizer que "é do Carnaval e disfarça.Não se vê a
cara, nem a testa e, vê-se o cabelo". Um de cada vez foi dizendo algumas das máscaras que tinham em casa (desde Leão,homem - Aranha até à de Bugio). Ouvimos de seguida um poema muito simples sobre uma máscara de leão e, ficou combinado que faríamos máscaras com caixas de cereais, de sapatos ou outra qualquer caixa e, com vários materiais recolhidos em casa. Assim, na segunda-feira (dia 21) iniciamos, com a ajuda da Cátia, da Ana e da Isabel (alunas do CEF da EB2,3) este trabalho. Depois, durante a semana fomos concluindo. As máscaras foram feitas ao gosto das crianças e, conforme a sua idade e capacidade. Nestes trabalhos, às vezes, o que dá mais satisfação à criança é o processo de os fazer. Mexem em muitos materiais, colas, tintas...Hoje, ficaram 24 máscaras todas diferentes e engraçadas, a espreitar a nossa sala.


cara, nem a testa e, vê-se o cabelo". Um de cada vez foi dizendo algumas das máscaras que tinham em casa (desde Leão,homem - Aranha até à de Bugio). Ouvimos de seguida um poema muito simples sobre uma máscara de leão e, ficou combinado que faríamos máscaras com caixas de cereais, de sapatos ou outra qualquer caixa e, com vários materiais recolhidos em casa. Assim, na segunda-feira (dia 21) iniciamos, com a ajuda da Cátia, da Ana e da Isabel (alunas do CEF da EB2,3) este trabalho. Depois, durante a semana fomos concluindo. As máscaras foram feitas ao gosto das crianças e, conforme a sua idade e capacidade. Nestes trabalhos, às vezes, o que dá mais satisfação à criança é o processo de os fazer. Mexem em muitos materiais, colas, tintas...Hoje, ficaram 24 máscaras todas diferentes e engraçadas, a espreitar a nossa sala.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
TANTAS...TANTAS PROFISSÕES
O trabalho, tu sabes,
não é só cavar a terra,
semeá-la
e colher gostosos frutos;
Não é só fabricar automóveis,
os barcos,
os comboios e os aviões;
Não é só construir as casas,
abrir as estradas, reparar uma escola;
O trabalho, tu sabes,
não é só transportar as coisas
e as pessoas:
daqui para ali,
de lá para cá...
O trabalho, tu sabes,
não é só dar uma lição,
curar os doentes,
apagar os incêndios;
Não é só descer a uma mina,
pescar no mar alto,
remendar-te os sapatos;
O trabalho... tu sabes!
É, também, estudar e aprender.
(texto retirado do manual Joaninha 2 - Edições Nova Gaia)
não é só cavar a terra,
semeá-la
e colher gostosos frutos;
Não é só fabricar automóveis,
os barcos,
os comboios e os aviões;
Não é só construir as casas,
abrir as estradas, reparar uma escola;
O trabalho, tu sabes,
não é só transportar as coisas
e as pessoas:
daqui para ali,
de lá para cá...
O trabalho, tu sabes,
não é só dar uma lição,
curar os doentes,
apagar os incêndios;
Não é só descer a uma mina,
pescar no mar alto,
remendar-te os sapatos;
O trabalho... tu sabes!
É, também, estudar e aprender.
(texto retirado do manual Joaninha 2 - Edições Nova Gaia)
JOGA COM OS NÚMEROS
Esta foi uma das actividades da aula de matemática... Lanço-te o desafio... Coloca em cada linha os números de 1 a 9. As somas, tanto na horizontal como na vertical, devem ser correctas. Boa sorte!
____ ____ ____ *13*
____ ____ ____ *16*
____ ____ ____ *16*
*7***16 ***22*
____ ____ ____ *13*
____ ____ ____ *16*
____ ____ ____ *16*
*7***16 ***22*
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
CARNAVAL
Durante a manhã, do dia 1 de Fevereiro, realizar-se-á um desfile de Carnaval com a participação de todas as escolas do Agrupamento. 
O tema aglutinador sendo "Contos infantis e juvenis" orientou alunos e docentes para a escolha de uma história. Houve diálogo recíproco e fez-se uma sensibilização aos
pais e encarregados de educação sobre os trajes relacionados com a história escolhida. A história escolhida pela turma do 1º e 2º anos foi " O Capuchinho Vermelho". Na sala de aula, estamos a explorá-la através da leitura, da expressão oral e da expressão escrita e, através da expressão plástica.

O tema aglutinador sendo "Contos infantis e juvenis" orientou alunos e docentes para a escolha de uma história. Houve diálogo recíproco e fez-se uma sensibilização aos
pais e encarregados de educação sobre os trajes relacionados com a história escolhida. A história escolhida pela turma do 1º e 2º anos foi " O Capuchinho Vermelho". Na sala de aula, estamos a explorá-la através da leitura, da expressão oral e da expressão escrita e, através da expressão plástica.
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Soldadinho de Chumbo
O Carnaval está quase a chegar!...Nesse dia desfilaremos em Cortejo com outras escolas do Agrupamento de Sobrado. Foi-nos proposto que escolhêssemos um Conto Infantil e, nos fantasiássemos de acordo com esse tema. A história do Jardim de Infância de Paço será "O Soldadinho de Chumbo" de Hans Christian Andersen. Conhecem esta história de amor? Os meninos, já!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Carnaval 2008
Este ano o Carnaval vai ser alargado a todo o Agrupamento de escolas e terá como tema " No País dos Contos Infantis" A história do 4.º ano é "Alice no País das Maravilhas". Actualmente estamos a explorar esta história em ocasiões de leitura e escrita. Mas vamos trambém construir os nossos fatos para o desfile.
"imagem retirada da internet"
"imagem retirada da internet"Para quem não conhece a história pode ir lendo os nossos textos..
"Estava um dia de Primavera tão bonito que Alice decidiu ter a sua aula de história sentada à sombra de uma árvore. A sua irmã lia a lição e Alice escutava sem prestar muita atenção, entretida a fazer um colar de margaridas para a sua gata Dinah.
Não conseguia concentrar-se.
- Como é que um livro sem imagens pode ser interessante? – queixou-se ela. Alice pegou em Dinah e atravessou um campo de flores silvestres. Adorava passear.
De repente, um coelho Branco passou a correr. Alice admirou-se por ele usar um casaco e por estar a correr e a consultar um relógio. Parecia ter muita pressa e murmurava algo parecido com “ chegar atrasado”. Alice ficou curiosa e Decidiu segui-lo..."Não conseguia concentrar-se.
- Como é que um livro sem imagens pode ser interessante? – queixou-se ela. Alice pegou em Dinah e atravessou um campo de flores silvestres. Adorava passear.
" Alice no País das Maravilhas" Everest Editora
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
O ciclo da água
já aprendemos que a água dos mares, rios, lagos, lagoas... está constantemente a evaporar-se, isto é, a passar a vapor.O vapor de água sobe, arrefece e vai-se condensando, ou seja, passa a líquido, formando-se gotinhas de água que originam as nuvens (condensação). Se as nuvens ficarem a pouca altura do solo, formam o nevoeiro.
As gotinhas de água das nuvens ficam cada vez maiores, tornam-se mais pesadas e caem para a terra sob a forma de chuva. Mas, por vezes, a água das nuvens também cai em forma de neve ou granizo. Isto acontece quando o arrefecimento é grande e as gotas de água solidificam (solidificação).
Quando a água das nuvens regressa à terra (precipitação) pode seguir diferentes destinos:
- cair directamente em rios, lagos, mares...
- cair directamente em rios, lagos, mares...
- infiltrar-se no solo, formando lençóis de água subterrâneos.
- cair directamente em rios, lagos, mares...
- infiltrar-se no solo, formando lençóis de água subterrâneos.
Viagem de Uma Gota de Água
Um dia uma gotinha de água chamada Guta encontrava-se no mar Mediterrâneo e estava muito divertida com as suas amigas a conversar. Quando se apercebeu que o sol e o vento estavam a evapora-las para a atmosfera. Embora estivesse muito confusa, a gotinha Guta reparou que todas as gotas que ali estavam eram muito transparentes. Em seguida começaram a transformarem-se em nuvens e a ocupar um espaço enorme. A gotinha aproveitando a boleia do vento, começou a explorar a atmosfera, mas porque já eram muitas e estavam muito apertadinhas, acabaram por cair na Terra. A gotinha Guta caiu sob a forma de chuva, algumas das suas companheiras sob a forma de neve ou granizo. Assim chegaram aos mares, aos oceanos, aos rios, aos lagos... A Guta foi parar debaixo da terra, num lençol de água que aumentou muito. Até que chegou o momento em que não couberam lá todas!A gotinha admirada voltou a ver a luz do sol, porque saiu por uma nascente no alto da montanha e viu muitas plantas, pássaros e outras coisas giras que nunca tinha reparado do céu.
Cada vez mais, outras gotinhas se juntavam a ela no rio. Todas iam bem animadas e admiradas por tantas coisas diferentes que encontravam. A gotinha chegou à foz do rio e acabou no mar.
No mar, a gotinha só falava da sua viagem e estava muito espantada por ter voltado ao mesmo lugar...
Ana Catarina e Filipa
A menina gotinha de água
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
ANIVERSÁRIOS

O Bobo dos Castelos, na noite de passagem de ano devia ter mudado de castelo mas, esperou que viéssemos de férias e, só o fez no dia 3 de Janeiro. E, neste castelo de Janeiro do ano de 2008, já fizeram anos duas meninas. Sabem quem?...A Rainha Daniela Sousa completou 6 anos e a Rainha Beatriz Isabel fez 5 anos. Este mês, já mais ninguém tem aniversário. Para estas duas Rainhas aqui vai um grande beijinho de Parabéns.
Teatro de Fantoches

No passado dia 9 de Janeiro, tivemos a nossa primeira saída. O grupo da educação pré-escolar e os alunos do 3º ano deslocaram-se, de camioneta, até Lordelo - Paredes, à Biblioteca da Fundação A LORD, para assistir a um teatro de Fantoches. A história apresentada foi "O Peixe dourado" duma Colectânea de Contos Russos. Uma história que ninguém conhecia!...todos ouviram com entusiasmo. No final conversamos com o fantoche "Fada"e os meninos da Pré-escola cantaram a música de um peixinho. Uma música que todos conheciam e ,que podemos cantar em conjunto, foi a de "Atirei o pau ao gato..."que pode ser adaptada para "Atirei o peixe ao gato".
A D. Rosário da Biblioteca foi muito simpática e, enquanto lanchávamos no auditório, tirou fotocópias dessa história, já que não era possível requisitar o livro (só vimos as ilustrações) Na escola, recordamos esse conto e, foram realizados alguns desenhos livres sobre as suas personagens
Esperemos que brevemente nos deixem assistir a outro teatrinho e, tenham disponibilidade para nos transportar!
A D. Rosário da Biblioteca foi muito simpática e, enquanto lanchávamos no auditório, tirou fotocópias dessa história, já que não era possível requisitar o livro (só vimos as ilustrações) Na escola, recordamos esse conto e, foram realizados alguns desenhos livres sobre as suas personagens
Esperemos que brevemente nos deixem assistir a outro teatrinho e, tenham disponibilidade para nos transportar!
ANEDOTA DO DIA
No intervalo da manhã, o João contou mais uma das suas anedotas engraçadas...
" Uma vez um senhor que estava muito bêbado, ia a conduzir um automóvel... Não ligou aos sinais de aviso de obras na estrada!...
De repente, apareceu a polícia e fez-lhe paragem.
Um dos polícias abordou-o: - O senhor não viu as setas?
O condutor do automóvel ficou pensativo e, com cara de espanto, respondeu: - Eu nem sequer vi os índios, quanto mais as setas!"
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
NOMES COM RIMAS
ALUNOS DO 1º ANO
A Bruna Viana cuida da boneca Ana.
A Bruna Filipa leva a tulipa.
O Edi já sabe o É e o i.
A Érica gosta pouco de Matemática.
A Gabriela faz um bolo com canela.
O Igor esteve doente mas, já está melhor.
A Inês conta até três.
O Rafael faz um bolo com mel.
A Mariana come uma banana.
O Ricardo come um ovo estrelado.
A Sofia tem uma bela fantasia.

ALUNOS DO 2º ANO
A Ana Catarina come uma tangerina.
A Rita vê a Chiquitita.
O André pegou num copo de água pé.
O Bento corre sem tempo.
A Bruna é boa aluna.
O Bruno joga bola com o Nuno.
O Gonçalo é amigo do Paulo.
A Helena contou uma centena.
O João come o pão.
A Tatiana é amiga da Xana.
O Telmo brinca com o Anselmo.
(As frases apresentadas foram elaboradas pelos alunos da turma. Eles Utilizaram palavras a rimar com os seus próprios nomes)
A Bruna Viana cuida da boneca Ana.
A Bruna Filipa leva a tulipa.
O Edi já sabe o É e o i.
A Érica gosta pouco de Matemática.
A Gabriela faz um bolo com canela.
O Igor esteve doente mas, já está melhor.
A Inês conta até três.
O Rafael faz um bolo com mel.
A Mariana come uma banana.
O Ricardo come um ovo estrelado.
A Sofia tem uma bela fantasia.
ALUNOS DO 2º ANO
A Ana Catarina come uma tangerina.
A Rita vê a Chiquitita.
O André pegou num copo de água pé.
O Bento corre sem tempo.
A Bruna é boa aluna.
O Bruno joga bola com o Nuno.
O Gonçalo é amigo do Paulo.
A Helena contou uma centena.
O João come o pão.
A Tatiana é amiga da Xana.
O Telmo brinca com o Anselmo.
(As frases apresentadas foram elaboradas pelos alunos da turma. Eles Utilizaram palavras a rimar com os seus próprios nomes)
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Nós, temos uma porta particular...O Agrupamento de Escolas de S. João de Sobrado, tem um Portal Oficial! (a que pode aceder, clicando, na barra lateral em Portal do Agrupamento)
Isso quer dizer, que pretende dar informações abrangentes e, relacionadas com todas as escolas que integram este Agrupamento. Como está a abrir, pede sugestões a toda a comunidade escolar.
Se o visitarem, podem deixar comentários no Livro de Visitas.
Isso quer dizer, que pretende dar informações abrangentes e, relacionadas com todas as escolas que integram este Agrupamento. Como está a abrir, pede sugestões a toda a comunidade escolar.
Se o visitarem, podem deixar comentários no Livro de Visitas.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
As Janeiras são uma tradição antiquíssima
Formam-se grupos pequenos ou com dezenas de elementos que, durante o mês de Janeiro cantam e animam as localidades, indo de casa em casa ou colocando-se num local central (esta é uma versão mais recente), desejando de uma forma tradicional um bom ano a todos os presentes.Nos grupos de janeireiros, toca-se pandeireta, ferrinhos, tambor, acordeão e viola, por exemplo.
Em muitas aldeias esta tradição mantém-se viva, especialmente no Norte de Portugal e nas Beiras. "Antigamente recebiam filhoses, vinho e outros artigos que as pessoas possuíam" conta António Manuel Pereira, presidente da Federação de Ranchos Folclóricos da Beira Baixa.
De forma muito simples nós juntamo-nos no átrio da escola, cantamos para os pais/encarregados de educação e, uns para os outros, a música de Zeca Afonso -"O Natal dos Simples",acompanhada por alguns instrumentos dos meninos do Jardim de Infância. Foi uma experiência diferente do ano passado!
É INVERNO
O Inverno bateu à porta
Trouxe com ele chuva e frio
As nuvens também vieram
A água subiu no rio.
Os meninos brincam em casa
Já vestem roupas de lã
Calçam galochas e luvas
Quando saem de manhã.
A mãe arranja o casaco
O gorro e a camisola
Mesmo com o tempo frio
Também é giro ir à escola.
Ana Cristina Correia, O Livro das 4 Estações, Impala
(texto explorado na sala de aula com os alunos do 2º ano)
(texto explorado na sala de aula com os alunos do 2º ano)
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
BALADA DA NEVE
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Augusto Gil, Luar de Janeiro
(texto do livro de Língua Portuguesa analisado na aula, pelos alunos do 4.º ano)
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Augusto Gil, Luar de Janeiro
(texto do livro de Língua Portuguesa analisado na aula, pelos alunos do 4.º ano)
INVERNO
O Inverno começou no dia 21 de Dezembro e vai acabar em Março.
Esta estação do ano é muito fria, chove, cai neve nas terras altas e nas serras. Os dias ficam mais curtos e são mais escuros por causa do sol que anda mais escondido. O céu fica muito cinzento e nebulado. Por isso, o frio aperta, as pessoas ficam mais em casa, junto à lareira ou ligam os aquecedores. Os meninos aproveitam para ver televisão e jogar "playstation". Quando saem à rua, ou vão para a escola, têm que ir muito agasalhados e com roupas muito quentinhas!
O vento aparece e sopra com muita força, deixando as árvores despidas. A natureza, nesta ápoca, parece que fica triste e sem vida, para acordar e voltar na Primavera. Mas se olharmos bem existem características do Inverno, muito belas e que nós podemos aproveitar para as apreciar, através das vidraças, quando ficamos em casa e não podemos sair por causa do frio e da chuva.
Texto colectivo do 4.º ano
ADIVINHA
É branco muito branquinho,
a galinha não o pôs,
não é pesado, nem leve.
Não é sal e não é neve,
não é leite, nem arroz...
Só à noite é que aparece
esta preciosa luz
com que a virgem tece meias
para o menino Jesus.
SOLUÇÃO: o luar
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ
JANEIRO
- Depois do Natal, salto de pardal.
- Em Janeiro, salto de carneiro.
- Em Janeiro, sete casacos e um sombreiro.
- Luar de Janeiro, não tem parceiro.
- Não há luar como o de Janeiro e amor como o primeiro.
- Janeiro quente, traz o diabo no ventre.
- Janeiro quer-se geadeiro.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Festa de Natal
Nessa manhã, do dia 14 de Dezembro, as crianças foram para as suas salas de aula, onde terminaram alguns trabalhos, relembraram canções natalícias entre outras coisas.O Polivalente estava decorado, com bolinhas de cartolina colorida onde estava o rosto de cada aluno, respectivas professoras, auxiliares e as duas profissionais de cozinha. Suspensos (do tecto) estavam ainda uns círculos grandes, decorados por várias crianças do pré-escolar e do 1º ciclo. O presépio irradiava luz e o pinheirinho (também enfeitado com decorações elaboradas pelos meninos da escola) estava bonito e com luzinhas que piscavam.
As mesas foram forradas com toalhas de papel amarelo, os guardanapos eram vermelhos com motivos de Natal e os pratos eram diferentes. Todos íamos almoçar na escola!
A D. Noémia, com a ajuda da D. Rosa, tinha feito alguns doces tradicionais da época.
Assim, cerca das 12h todos se dirigiram para o "refeitório". Comeram sopa e Bacalhau com natas, que estava muito bom. Seguíram-se as sobremesas (aletria, rabanadas, pão-de-ló, bolo-rei, rolo de chocolate, miniaturas amanteigadas, coquinhos...).
Terminada a refeição conjunta, a criançada foi brincar um pouco para o recreio (enquanto o "refeitório" foi arrumado e transformado em "auditório").

Pelas 14h voltamos a juntar-nos todos para iniciar o segundo momento festivo. Apresentar aos colegas, pequenas participações das várias turmas, desde dramatização,jogral até canções e poemas. Alguns pais/familiares manifestaram interesse em assistir e fizeram-no.
Por fim, veio o terceiro momento festivo e, aquele que era mais ansiado pela pequenada, O Pai Natal com as prendas. Só que para evitar confusão, essa distribuição de presentes foi feita em cada sala de aulas.
Todos ficaram admirados com o tamanho do Pai Natal mas, também com a sua simpatia.
E, a alegria pairava no rosto de todos!...








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