Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Culturas...
Ontem todas elas foram para casa de cada menino. Na escola não temos espaço adequado para essas plantações, apesar de termos muito espaço!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL

A SEMENTE
Põe uma semente
num vaso com terra.
Cuida dela com amor.
Dá-lhe sol
e dá-lhe água.
Fala com ela baixinho
ou conta-lhe uma história
devagar, devagarinho.
E certa manhã,
ao acordares
a flor já despertou.
E tu ficas tão contente
que contas a toda a gente
que a tua flor já nasceu
e que vai ser a mais bela
que a Primavera já deu!
Maria Isabel de Mendonça Soares,
365 Histórias de Encantar, Verbo.
Dia Internacional do Livro Infantil
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, em 1919. Alguns dos seus livros são inspirados nas suas próprias vivências durante a sua infância, nesta cidade e na praia da Granja. Mais tarde viveu em Lisboa onde estudou e tirou o curso de Filologia Clássica, na Universidade de Lisboa. Foi mãe de cinco filhos o que a motivou a ser escritora de livros para crianças, mas a sua obra inclui também obras poéticas, foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Em 1999 ganhou o prémio Camões.Os principais livros que escreveu foram: O Rapaz de Bronze (1956), Histórias da Terra e do Mar (1984) e os contos infantis A Fada Oriana (1958), A Menina do Mar (1958), Noite de Natal (1959), O Cavaleiro da Dinamarca (1964) e A Floresta (1968).
Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Dia Internacional do Livro Infantil

Filho de um modesto sapateiro e sua mulher, teve uma infância muito pobre. Mas, apesar dessa condição, seu pai encenava pequenas peças em teatros de papelão e contava-lhe as mais lindas histórias, que fizeram o encanto do pequeno Andersen. Frequentou a escola, como as crianças do seu tempo, mas andava muito só. Era um garoto tímido e educado que demonstrava uma sensibilidade e uns gostos diferentes da pequenada da sua idade. O teatro fascinava-o.
Em 1814, quando tinha apenas 9 anos, morre o seu pai. A vida complicou-se!
A mãe teve que redobrar o seu trabalho e, mesmo ele, teve que ir trabalhar muito jovem para ajudar no sustento da família. A sua intenção de ser actor continuava em mente mas, sua mãe, achando tal uma fantasia tornou-o aprendiz de alfaiate.
Foi assim que, decidido a mudar de vida , apenas com 14 anos partiu para Copenhague.
Uma vez lá chegado, iniciou-se um período de maior dificuldade...passou fome, viveu na miséria, sofrendo maus tratos e múltiplos enganos. Aí não havia ninguém que o conhecesse e o protegesse e ele era muito jovem. Teria que lutar sozinho, como aliás o fez. Se algumas portas se fechavam, algumas se abriram como foi o caso de um célebre professor e Director do Conservatório a quem Andersen procurou e a quem impressionou com as suas declamações e o seu canto. Se esta foi uma óptima ajuda, um velho poeta de nome Guldberg foi-o também. Para além do aspecto financeiro o poeta franqueou-lhe a entrada na sua Biblioteca, ajudando-o a estudar e a escrever. E Andersen lançou-se a escrever...a escrever Tragédias...
Aventurou-se a enviar uma delas para ser lida pelo Director do Teatro. Assim conseguiu uma bolsa de estudos e concluiu em 1828 o Liceu, tendo já a esse tempo publicado um conto - "O Urso moribundo". Nesse mesmo ano ingressa na Universidade de Copenhague. Terminado o seu curso os amigos recomendam-no ao Rei, que lhe concedeu nova bolsa de viagem para prosseguir a sua formação.
Andersen era uma figura controversa e, se muitos o admiravam, outros tantos o apelidavam de louco, talvez pela sensibilidade do seu carácter.
Viajou muito entre 1833 e 1834 desde Itália , França até Turquia e Alemanha. Nessa altura contactou com escritores consagrados e ele próprio tornava-se um escritor notado.
A partir de 1833, publica obras dramáticas, diários, apontamentos de viagem e romances, mas foi pelos Contos Infantis que ficou famoso.
Das muitas viagens, em 1866, já então escritor reconhecido em todo o mundo, visitou Portugal, percorrendo Lisboa, Coimbra, Sintra, Buçaco e Setúbal. Em Lisboa conviveu com António Feliciano de Castilho, com quem veio a corresponder-se.
Das suas impressões "portuguesas" nasceu o Conto "No pátio".
Andersen escreveu e publicou um total de 156 contos. Desses destaco "O patinho Feio", "O soldadinho de Chumbo", "A pequena Sereia", "O Abeto", " A roupa nova do Imperador", "A Polegarzinha" e "A menina dos fósforos"entre outros.
Hans Christian Andersen faleceu a 4 de Agosto de 1875. As suas histórias continuam a ser lidas e contadas em várias línguas tanto a crianças como a adultos.
Em homenagem ao dia do seu nascimento, a 2 de Abril de cada ano comemora-se o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.
domingo, 30 de março de 2008
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
MARÇO
- Março Marçagão, de manhã cara de cão, ao meio-dia de rainha e à noite de fuinha.
- Março Marçagão, de manhã Inverno, de tarde Verão.
- Em Março, chove cada dia um pedaço.
- Em Março, tanto durmo como faço.
- Se queres bom cabaço, semeia em Março.
- Poda em Março, vindima no regaço.
- Março ventoso, Abril chuvoso.
- Em Abril, águas mil.
- Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
- Em Abril, a velha queima o carro e o carril, vai onde tem de ir e regressa a casa para dormir.
- Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Father's Day
sábado, 15 de março de 2008
Sabores de páscoa...I

Na sexta-feira, dia 14, ao lanche, saboreamos o Pão-de-Ló que tínhamos feito na véspera com a avó da Jessica.
O Pedro Pimenta cá está a cortar a primeira fatia, enquanto o Luís segura no bolo.
Vários meninos experimentaram cortar fatias. Aqui estão o Alexandre, com 6 anos e o Gonçalo com 3 .

O Pão-de-Ló estava bom e alguns meninos comeram muitas fatias!
Sabores de páscoa...II


Hoje o coelhinho da Páscoa, visitou a nossa escola e deixou ovinhos de chocolate para todos os alunos, desde o Jardim de infância até ao 4º ano.
Os coelhinhos dos meninos da pré - escola tiveram esses e outros "docinhos"!
A Beatriz Seabra escreveu no computador os votos de "BOA PÁSCOA", imprimiu e desenhou em torno das palavras uma cenourinha com rama verde...depois de recortadas foram colocadas em cada coelhinho.
Todos desejamos Boa Páscoa, em família...com muito bem estar e alegria.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Ovos pintados
Pão - de - Ló... (da avó Florinda)
quarta-feira, 12 de março de 2008
SURPRESA

Hoje tivemos a visita da Cátia, da Ana e da Isabel que, todas as semanas, costumam passar o dia no Jardim de Infância.
Mas, para hoje, estava prometida uma surpresa. O Luís, a Beatriz Isabel e a Jessica até tinham pintado uma floresta, sem saberem para que era...Logo de manhã descobrimos que era para uma história que se passaria na floresta.
Depois do intervalo da manhã, fomos para a sala. Ìamos ter a visita dos fantoches (aqueles bonecos engraçados a quem tem que se emprestar a voz e as mãos!). Mas, qual seria a história?
...Cantamos a música "mágica", ficamos sossegados e, por trás do biombo, surgiram, 3 porquinhos.
O lobo mau andou atrás deles e, com o seu forte sopro, fez todas as casas irem pelo ar, com excepção da de tijolo. Tentou entrar nessa casinha pelo telhado e os porquinhos pregaram-lhe uma partida. Ele queimou o rabo e nunca mais apareceu!
Como estamos na Páscoa, querem saber que o coelhinho da Páscoa deixou uma prenda para os meninos!?Só que o porquinho grande não sabia onde estava a prenda. Ele deu a primeira pista dentro de um envelope, que o Gonçalo abriu. Mas, acabamos por descobrir que a prenda tinha sido entregue na cozinha à D. Noémia. Sabem o que era?


Hum! ovinhos de chocolate e amêndoas torradas.
terça-feira, 11 de março de 2008
A LESMA CONSTIPADA
"Era uma vez uma lesma constipada que andava sempre a espirrar. Ela vivia perto das alfaces...
Um dia resolveu agasalhar-se muito bem. Pegou no seu guarda-chuva e foi à procura de um atrelado, uma nova casa para viver. Primeiro foi visitar o caracol chinês, perto de um bonsai. Depois foi visitar um caranguejo e um búzio mas, os atrelados não serviam. De seguida, visitou a tartaruga gigante e aceitou o seu atrelado. Como o atrelado era muito pesado, não conseguia transportá-lo e desmaiou. Foi levada ao hospital e, o médico disse-lhe que não podia andar perto das alfaces, porque era alérgica. Só podia comer couves frescas e tenrinhas. O médico aconselhou-a também a não andar com casas tão pesadas. Então, como não podia transportar o atrelado de tartaruga, alugou-o."
Moral da história: " Quem tudo quer, tudo perde" e, também se pode aplicar "Quem ao mais alto quer subir, mais fácil é de cair". Nenhum atrelado lhe serviu, a não ser o maior deles todos, mas acabou por ficar também sem ele.
quinta-feira, 6 de março de 2008
ANIMAIS...
Girassóis
quarta-feira, 5 de março de 2008
Plano Nacional de Leitura
No passado dia 25 de Fevereiro, a Biblioteca do Agrupamento de escolas, dinamizou a Hora do Conto na nossa Escola de Paço, à turma do pré-escolar e á turma do 1º/2º anos. A história lida e acompanhada com projecção de imagens foi “A lesma constipada” de Bruno Santos. O autor e ilustrador apresenta-nos uma simpática lesma constipada e conta-nos uma das suas aventuras. Esta lesma, pensada para crianças a partir dos 6 anos, muito sonhadora e ambiciosa, demonstra de forma divertida o que diz o ditado «quem tudo quer, tudo perde…».
Vou-vos contar um segredo…os meninos do 1º/2º anos estão a fazer desenhos muito bonitos relacionados com a história.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Semear e plantar...
Aniversários
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Flores
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Já sabem da nossa Alice?
- Pára de chorar! –disse – vou indicar-te o caminho para saíres daqui. Afastou um ramo e mostrou-lhe a entrada peço tronco da árvore que conduzia ao Palácio da Rainha. O Coelho Branco chegou a correr, tocando a corneta e chamando todas as cartas do baralho para se porem em fila. A Rainha de Copas estava prestes a chegar!
- Sua Majestade, a Rainha! – anunciou o Coelho Branco.
- Quem pintou as minhas rosas de vermelho? – gritou decidida a a cortar a cabeça aos culpados. Mas, de repente reparou numa cara nova...
A Rainha sorriu docemente, mas resolveu mostrar que era que mandava. Ordenou-lhe que fizesse uma vénia e Alice educadamente, obedeceu.
No momento em que a Rainha se preparava para lançar a bola, o Gato Risonho apareceu empoleirado nas costas da Rainha. A sua intenção era aborrecê-la e rir-se dela...o que poderia ter consequências graves.
Oh, não! - exclamou Alice, correndo para detê-lo. Mas era tarde. O Gato levantou o vestido da Rainha por trás, mesmo quando ela ia dar a tacada, e el perdeu o equilíbrio e caiu de cabeça no chão.
A Rainha, furibunda, culpou Alice da sua aparatosa queda.
- Cortem-lhe a cabeça! – ordenou.
O rei convenceu a Rainha a submeter Alice a julgamento e todos se dirigiram para a sala de de tribunal. O julgamento não foi justo e no final a Rainha sem ligar aos protestos, proferiu a sentença.
- Cortem-lhe a cabeça!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Soldados e Bailarinas (pequenicos...)
Na história, dos 25 soldadinhos de chumbo apenas o soldadinho apaixonado tinha uma só perna ,todos sabemos disso! Mas, no Cortejo de Carnaval, como andariam os soldados assim?...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Mascarados...
JÁ DIZIA A MINHA AVÓ...
FEVEREIRO
- Neve em Fevereiro, presságio de mau celeiro.
- Se a Fevereirinha rir, está o Inverno para vir; Se a Fevereirinha chorar está o Inverno a acabar.
- Em Fevereiro, chega-te ao fumeiro.
- Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
- Em Fevereiro, guarda lenha no quinteiro.
ENTREVISTA
1- QUE PROFISSÃO TEM?
R: Empregada de balcão, carpinteiro, auxiliar da acção educativa, chefe de departamento de compras, gerente comercial, professora, engomadeira, desempregada, cozinheira, serralheiro;
2- O QUE COSTUMA FAZER NO SEU TRABALHO?
R: Atender clientes, fazer e aplicar portas, olhar pelos meninos da escola, comprar tudo o que é preciso para que a empresa funcione, reparar máquinas, dar aulas, passar a ferro, cortar fios para carros, fazer a comida, fazer portões e grades;
3- SE NÃO TIVESSE ESTA PROFISSÃO, O QUE GOSTARIA DE SER?
R: Professora de Matemática, bancário, cozinheira, hospedeira, vendedor, pasteleira, metalurgica, pasteleira, educadora de infância, futebolista;
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
DIA DO DESFILE

Este foi o resultado de algumas semanas
de dedicados preparativos.
Os alunos esmeraram-se em todas as

actividades necessárias para a preparação
do desfile, tendo sido este o efeito final...
E que tal? Gostaram?
Como sabemos que sim, então para o ano

haverá mais!!!
Alice andou pelas ruas de Sobrado...
Alice continua à procura do Coelho Branco...
Chegou à porta e quando ia chamar apareceu o Coelho Branco. Estava vestido com umas roupas muito estranhas e tinha uma corneta na mão.
Alice entrou em casa. Enquanto procurava as luvas do Coelho Branco, descobriu uma bolacha onde estava escrito “como-me”. Trincou-a e começou logo a crescer, a crescer, até ficar tão alta que não cabia na casa. Os braços e as pernas saíam pelas janelas e pelas portas. Um pé gigante empurrou o Coelho Branco pela escada abaixo.
Pobre Alice! Tinha duas vezes o seu tamanho normal e parecia uma boneca enorme metida dentro de uma caixa. Lá fora o Coelho Branco, muito assustado, encontrou o Dodo e exclamou:
- tenho um monstro dentro de minha casa!
Alice recuperou o seu tamanho normal e guardou nos bolso os bocadinhos de cogumelo que sobraram. Sentia-se feliz e começou a passear, convencida que finalmente podia continuara à procura do Coelho Branco. Aproximou-se de uma árvore que tinha várias tabuletas que indicavam outros tantos caminhos e ficou confusa, sem saber par onde ir. Quando Alice estava quase a chorar apareceu um gato numa árvore-
- Sou o Gato Risonho - anunciou.
O gato falou-lhe por enigmas e disse-lhe que o Coelho tinha ido por um caminho, mas não era o caminho correcto, o que serviu para confundir Alice ainda mais. Depois aconselhou-a a ir perguntar ao Chapelheiro Louco e à Lebre Maluca, pois eles de certeza que sabiam onde estava o Coelho Branco.
O gato Risonho indicou-lhe o caminho até ao local onde decorria um estranho lanche: O Chapeleiro Louco e a Lebre Maluca celebravam uma festa. As chávenas e os bules cantavam juntamente com ele, enquanto brindavam alegremente. Era o lanche mais extraordinário que Alice tinha visto na sua vida!
Alice juntou-se à festa e perguntou àqueles estranhos seres o que e stavam a comemorar.
- O nosso não aniversário!- responderam
- como os aniversários são uma vez por ano sobram 364 dias para comemorar os nossos não - aniversários – remataram eles alegremente. E a festa continuou...


















