
Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
domingo, 17 de maio de 2009
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VALONGO

quarta-feira, 13 de maio de 2009
DIA DAS MÃES
sexta-feira, 1 de maio de 2009
1º aniversário da Bolinha

quarta-feira, 29 de abril de 2009
MINImat
Fiquei muito satisfeita!...
Já consultei a lista de resultados da Competição Nacional MINImat-3ºano, de 29 de Abril de 2009; A nível Nacional ficaram na posição 38, constando EB1/JI nº 2 de Campelo(Fijós). A nível de Distrito do Porto ficaram na posição 12.
João e Sílvia, Parabéns!
Na Competição Nacional MINImat-4ºano, ficaram na posição 175, constando EB1/JI nº2 de Campelo (Fijós).
Os participantes da Escola de Paço merecem elogios!
MiniMat
terça-feira, 28 de abril de 2009
MATEMÁTICA DIVERTIDA - MINImat
A Matemática: ciência, do raciocínio lógico e abstracto, conhecimento, aprendizagem... Ela envolve uma permanente procura da verdade. É rigorosa e precisa. Embora muitas teorias descobertas há longos anos ainda hoje se mantenham válidas e úteis, a Matemática continua permanentemente a modificar-se e a desenvolver-se.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
LIBERDADE
LIBERDADE
A liberdade é poder escolher,
escolher cravos vermelhos,
vermelhos como o sangue.
Sangue que circula no nosso corpo,
corpo com muitos órgãos,
órgãos diferentes.
Diferentes somos todos nós,
Nós que por dentro somos iguais,
iguais são as pessoas gémeas.

Gémeas são as nossas mãos,
mãos grandes e pequenas.
Pequenas acções,
acções de liberdade,
liberdade temos nós.
Nós temos direito a crescer...
Texto Colectivo - Alunos 2º/3ºanos
Um Contador de histórias
sexta-feira, 24 de abril de 2009
RECOLHA DE PROVÉRBIOS
As crianças do 2º/3º ano fizeram recolha de provérbios junto da família, dos amigos e da comunidade envolvente.
- Quando os porcos bailam, adivinham chuva.
- Pelo Santo André, pega-se o porco pelo pé.
- Com o animal não lutes e, ao alheio não furtes.
- Desculpas, não apagam culpas.
- Quem tudo quer, tudo perde.
- Gato escaldado, de água fria tem medo.
- Cão que ladra, não morde.
- A curiosidade, matou o gato.
- Génio e figura, até à sepultura.
- Se não arrancas a Silveira, sofre a videira.
- Quem brinca com fogo, queima-se.
- Grão a grão, enche a galinha o papo.
- A cavalo dado, não se olha ao dente.
- Vale mais ter um pássaro na mão, do que dois a voar.
- Há mar e mar, há ir e voltar.
- O abade onde canta, aí janta.
- Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
- Em cada prado uma vinha, em cada bairro uma tia.
- Com bananas e bolos, se enganam os tolos.
- Quem não sabe ser caixeiro, fecha a loja.
- Quem planta no Outono, leva um ano de abono.
- Após o Natal, salto de pardal.
- Em Janeiro, salto de carneiro.
- Calça branca em Janeiro, sinal de pouco dinheiro.
- Olho por olho, dente por dente.
- El-Rei D. Dinis, fez sempre quanto quis.
- Mais tem o rico quando empobrece, do que o pobre quando enriquece.
- Em Abril, águas mil.
- Em Maio, come cerejas ao borralho.
- Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
"O homem alto, a mulher baixinha"
"Era uma vez um homem tão alto, tão alto, tão alto, que batia com a cabeça nas nuvens. Por isso ninguém sabia se ele usava chapéu.
Era uma vez uma mulher tão baixa, tão baixa, tão baixa, que usava os malmequeres como chapéu de sol.
O homem alto tinha um animal de estimação. Que seria? Uma girafa!
A mulher baixa também tinha o seu animal de estimação. Adivinham qual? Uma formiga!
O homem alto via-se aflito para arranjar um fato. Gastava cem metros de tecido. Além disso, nem todos os alfaiates gostavam de tirar medidas e de provar, pendurados no guindaste.
A mulher baixinha não tinha problemas para vestir bem por pouco dinheiro. Comprava roupas feitas nas lojas de bonecas.
O homem alto tinha de entrar de rastos no túnel onde dormia. Nunca teria dinheiro para comprar um arranha-céus onde coubesse, ao menos sentado.
A mulher baixinha tinha de usar um escadote para subir o único degrau do rés-do-chão em que morava.
O homem alto era um grande polícia sinaleiro. Mas só de aviões. A mulher baixinha era uma grande médica. Mas só tratava doenças dos pés.
Um dia, a mulher baixinha foi chamada para ver uns pés que pertenciam a um corpo que nunca mais acabava. O doente ficou espantado com aquela médica que mal chegava à altura de um sapato.Pediu-lhe licença para a erguer no ar.
Então,frente a frente, sorriram ao repararem que eram tão parecidos – tinham amboscabelos ruivos, olhos verdes, três sardas na ponta do nariz." Luísa Ducla Soares
quinta-feira, 23 de abril de 2009
DIA DO PAI
Para o Dia do Pai foi elaborada uma prendinha com a colaboração da professora de plástica.
Na Língua Portuguesa foram elaboradas frases de carinho e afect
De seguida, a professora da AEC encarregou-se das pinturas e colagens.
Cada criança contou
Agora, a prenda já estava completa: um JOGO para os momentos de lazer e bem-estar em família.
Papás, joguem e divirtam-se com os vossos filhotes.
HISTÓRIAS RECONTADAS
"A RAPARIGA GORDA E O RAPAZ MAGRO"
Quando era Verão, o homem magro ia para a praia e a água ficava igual e, quando a mulher gorda ia para a praia, a água chegava até à rua.
Um dia eles conheceram-se, apaixonaram-se e casaram-se. Tiveram muitos filhos que não eram gordos, nem magros.
O homem era tão magro que, quando chovia passava por entre as gotas sem se molhar.
A mulher era gorda.
A mulher era tão gorda que, quando chovia apanhava chuva no braço direito e apanhava Sol no braço esquerdo.
O homem passava pela chuva e não se molhava.
A mulher ia para a água e, logo que entrava a água subia até aos passeios.
O homem pensava casar-se com uma mulher gorda. A mulher também queria casar-se com um homem magro.
O vento empurrou o homem magro até à mulher gorda. Apaixonaram-se à primeira vista! Casaram e tiveram muitos filhos.
Quando a mulher se refrescava no Verão, a água subia até à rua.
Quando chovia, o homem magro passava entre as gotas de água.
A mulher num braço apanhava chuva e no outro apanhava Sol.
Um dia estava uma ventania e levou o homem magro pelo ar e bateu contra a mulher gorda. Conheceram-se, casaram-se e tiveram filhos. Mas os filhos não eram gordos, nem magros, eram normais.
Quando veio um vento forte, mesmo forte, levou o rapaz magro até à rapariga gorda. O rapaz magro pensava em raparigas gordas e a rapariga gorda pensava em rapazes magros. Apaixonaram-se à primeira vista e casaram-se. Eles viveram felizes para sempre!
"O CÉU ESTÁ A CAIR"
- Caiu um bocado de céu em cima da minha cabecinha. O porco com medo foi atrás dela. Seguiram, correndo. Encontraram um pato, um gato e um burro. E a galinha ia repetindo: - Caiu um bocado de céu em cima da minha cabecinha. Finalmente, encontraram um cão. O cão perguntou-lhes o que tinha acontecido e a galinha mais uma vez respondeu: - Caiu um bocado de céu em cima da minha cabecinha. O cão propôs que fossem para debaixo da cama da sua dona. Eles foram e adormeceram. A velha foi deitar-se mas, não conseguia dormir por causa das pulgas do cão e, andava às voltas e reviravoltas até que acordou os animais. Foi uma grande barafunda... Até parecia que tinha caído o céu!
INVEJA
Invejo a neve da serra,
Invejo o canto da fonte,
Invejo o leito do rio,
Invejo as margens do lago,
Invejo o fundo do mar
E a nuvem que vejo passar.
João Pedro Mésseder, Breviário da água, Caminho, 2004
Os alunos do 3º ano elaboraram poemas...à maneira de João Pedro Mésseder.
Invejo os cabelos das meninas
Invejo as sementes das plantas,
Invejo a inteligência dos robôs,
Invejo o bom sabor da comida
Invejo as cores do papagaio,
Invejo as invenções dos cientistas
Invejo a força dos adultos
Invejo a dureza das rochas,
Invejo os dentes dos tubarões,
Invejo a grandeza das baleias
Invejo a raiva do leão
E o meu balão que foge da mão.
Invejo o girassol a sorrir para o Sol
Invejo as borboletas na Primavera,
Invejo o suave canto da cigarra,
Invejo o mar quando se deita na areia,
Invejo a alegria dos grilos,
Invejo a montanha coberta de vegetação,
Invejo o brilho do Sol,
Invejo a escuridão da lua,
Invejo a Natureza com o Sol,
Invejo os rios quando estão muito azuis,
Invejo o Natal cheio de alegria,
Invejo o amor e a criança
E o arco-íris que tem verde, esperança.
Gonçalo Dinis
Invejo os pássaros
Invejo o Sol,
Invejo os inteligentes,
Invejo a chuva,
Invejo o dinheiro,
Invejo o Primeiro ministro Sócrates,
Invejo os palhaços,
Invejo os animais bem tratados
E todos aqueles que são educados.
João André
Invejo o canto dos passarinhos
Invejo o som da chuva,
Invejo os raios de Sol
Invejo as cores do arco-íris,
Invejo os picos das montanhas,
Invejo as cores da Natureza,
Invejo as nuvens tão fofinhas,
Invejo as cores das folhas,
Invejo o nariz dos palhaços,
Invejo as cores dos animais
E outras coisas mais.
Bento Moreira
Invejo o creme do bolo,
Invejo o perfume das flores,
Invejo a cor da relva,
Invejo o calor do Sol,
Invejo o vermelho da rosa,
Invejo o amarelo do girassol,
Invejo as folhas da árvore,
Invejo o peixe do mar
E os meninos a brincar.
Bruno Fernando
Invejo o tronco da árvore
Invejo a neve que cai,
Invejo a água da fonte,
Invejo os peixes do rio,
Invejo o Presidente da Câmara,
Invejo o fundo do mar
E as nuvens que vejo flutuar.
Telmo Alexandre
Invejo o brilho do Sol
Invejo as estrelas do céu,
Invejo o meu coração,
Invejo a lua,
Invejo o mar,
Invejo a neve,
Invejo as cores,
Invejo os palhaços,
Invejo os lagos,
Invejo as ondas do mar
E os barcos a passar.
Ana Rita
quarta-feira, 22 de abril de 2009
"O CÉU ESTÁ A CAIR"
Andava uma galinha a esgravatar na terra quando, de repente, pim!- Um pássaro lhe largou um inesperado presente no alto da cabeça. Que porcaria!
-Cocorocó! – Cacarejava ela, numa aflição.
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha!
Abalou pelos campos fora, com medo que o resto do céu viesse por aí abaixo, aos trambolhões.
Encontrou um porco, debaixo de uma árvore, a comer bolotas.
- Ron, ron, ron! – Grunhiu ele, admirado.
- Porque foges tu, galinha?
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha!
Temendo que o mesmo lhe sucedesse, o porco foi atrás dela.
Chegaram a um lago onde nadava um pato que, naturalmente, ficou espantado com aquela correria.
- Quá, quá, quá! Que aconteceu?
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha! – Repetiu a galinha.
Para evitar semelhante desgraça, o pato saiu da água e juntou-se aos fugitivos.
Foram ter a uma rua onde estava um gato deitado ao sol. Este abriu um olho, espreguiçou-se e perguntou:
- Miau, miau, miau! Que aconteceu?
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha! – Voltou a explicar a galinha.
O gato ficou com os pêlos todos em pé. Que horror! O melhor era escapar já dali com os outros três.
Pata aqui, pata acolá, acharam-se num campo onde pastava, despreocupado, um burro. Este, ao vê-los com tal pressa, ficou preocupado.
- Hihon, hihon, hihon! Que aconteceu?
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha! – Disse a galinha.
O burro, ao olhar para cima, para as nuvens que se acastelavam, teve medo. Ai, se as nuvens e até o Sol tombavam em cima dele! De certeza que lhe amachucavam as grandes orelhas…
- Vou com vocês! – Resolveu, desatando a galopar.
Mas a galinha, o porco, o pato e o gato não conseguiam acompanhá-lo. Nenhum deles tinha jeito para atletismo.
- O melhor é saltarem todos para as minhas costas, ou não nos despachamos.
O gato deu logo um salto e instalou-se no pescoço do burro. A galinha e o pato bateram asas, tornaram a bater até que finalmente conseguiram voar até à garupa. O porco é que não arranjava maneira de subir. Foi preciso o burro deitar-se para aquele gorducho ser capaz de o montar.
Assim foram galgando montes e vales, atravessando campos e aldeias.
Passaram finalmente diante de uma quinta. De guarda estava um cão, que logo começou a ladrar.
- Ão, ão, ão! Que aconteceu?
- Caiu um bocado do céu em cima da minha cabecinha! – Contou, outra vez, a galinha.
Que perigo! O cão nas suas andanças, já tinha visto caírem maçãs das árvores, caírem bolas atiradas por miúdos, caírem perdizes em pleno voo, atingidas pelos tiros dos caçadores. Mas bocados do céu…
- Vamos esconder-nos debaixo da cama da minha dona. – Propôs ele.
- Aí estamos bem protegidos.
Assim fizeram. Como a cama era alta, enfiaram-se por baixo da colcha e adormeceram.
À meia-noite veio a velha senhora deitar-se. Ela bem queria dormir mas as pulgas do cão tanto lhe picavam que a desgraçada não tinha descanso. A coçar-se, às voltas, reviravoltas, acordou a bicharada.
Que grande barafunda! Na escuridão, todos se atropelavam, numa algazarra. Sempre teria caído o céu?
A galinha cacarejava,
O pato grasnava,
O porco roncava,
O gato miava,
O burro zurrava,
O cão ladrava,
A velha gritava:
- Que grande confusão,
Os bichos nascem do chão
Debaixo do meu colchão!
Luísa Ducla Soares – Contos para rir – Editora Civilização
POEMA
junto ao chafariz
vivia feliz
o doutor Moniz
que, sendo juiz,
caçava perdiz.
Num dia infeliz
uma perdiz
picou-lhe o nariz,
deixou cicatriz.
O doutor Moniz
partiu para Paris
tratou do nariz
com licor de anis.
E voltou feliz
para a vila de Avis
junto ao chafariz,
casou com a actriz
dona Beatriz
e teve um petiz
chamado Luís.
Segundo ele diz,
não, não, não condiz
com doutor juiz
caçar mais perdiz.
Luísa Ducla Soares
Poemas da Mentira e da Verdade
TRAVA-LÍNGUAS
Mário Mora foi a Mora
Com intenção de vir embora
Mas como em Mora demora,
Diz um amigo de Mora:
-Está cá o Mora?
-Então agora o Mora mora em Mora?
-Mora, mora.
Copo, copo, jericopo,
Jericopo, copo, cá.
Quem não disser três vezes,
Copo, copo, jericopo,
Jericopo, copo, cá,
Por este copo não beberá.
É o eco que aqui há.
Que eco é?
É o eco que há cá.
O quê? Há cá eco?
Há cá eco, há.
Recolha de Luísa Ducla Soares
terça-feira, 21 de abril de 2009
SEMANA DA LEITURA
Com os alunos do 2º ano fez-se a leitura e memorização de poemas, lengalengas e trava-línguas, recolha de Luísa Ducla Soares.
Com os alunos do 3º ano fez-se a leitura de um poema "Inveja" de João Pedr
Ao longo da semana, as leituras foram baseadas em António Torrado "Gil Moniz e a Ponta do Nariz" e em Luísa Ducla Soares "O Troca-Tintas" e "O Céu Está a Cair".
O texto explorado pela nossa turma foi "O Céu está a Cair", conto tradicional português, recontado por Luísa Ducla Soares - Contos para rir - Editora Civilização.
Para apresentarmos a história passamos por várias etapas: Leitura do texto pela professora, escrita do texto no Word, leitura individual e dialogada, Interpretação do te
O cumprimento das tarefas foi desenvolvido com gosto e interesse.































