Eu vou para a escola
Eu hoje vou para a escola
Mas já aprendo a contar
Levo mochila e cadernos
E dez lápis para afiar.
Vou fazer novos amigos
Companheiros para brincar
Vou escrever e fazer contas
Para depois não me enganar.
Confesso que estou nervoso
Pois é um dia diferente
Tanta coisa para aprender,
Tantos anos pela frente.
excerto "Eu vou para a escola"-José Jorge Letria
Desejo a todos um bom regresso às aulas e que tenham um excelente ano letivo. - Rosa Soares
Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O REGRESSO ÀS AULAS
Adeus férias do Verão,
adeus campos, adeus mar!
Chegou o mês de Setembro,
está na hora de voltar.
A porta da escola abriu
de manhã, de par em par,
e lá esperam meus amigos
prontos para me abraçar.
Como é a professora
que agora me vai calhar?
Irei ter a mesma sala
ou acham que irei mudar?
Ah, vou brincar no recreio,
fartar-me de conversar.
Vou descobrir coisas novas
na aventura de estudar.
Adeus férias do Verão,
adeus campos, adeus mar!
Já tinha tantas saudades,
como é bom, tão bom voltar.
Luísa Ducla Soares (texto inédito)
adeus campos, adeus mar!
Chegou o mês de Setembro,
está na hora de voltar.
A porta da escola abriu
de manhã, de par em par,
e lá esperam meus amigos
prontos para me abraçar.
Como é a professora
que agora me vai calhar?
Irei ter a mesma sala
ou acham que irei mudar?
Ah, vou brincar no recreio,
fartar-me de conversar.
Vou descobrir coisas novas
na aventura de estudar.
Adeus férias do Verão,
adeus campos, adeus mar!
Já tinha tantas saudades,
como é bom, tão bom voltar.
Luísa Ducla Soares (texto inédito)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
EU VOU PARA A ESCOLA
Ontem eu nem quis comer,
pensei que estava doente;
o que estava era nervoso
e um pouco impaciente.
Levei horas a juntar
o recheio da mochila,
escolhendo lápis, borrachas
e o lugar na minha fila.
Eu prometo continuar
sempre, sempre a aprender,
porque é destino do homem
aprender até morrer.
Eu só espero que tanto estudo
por fim não me vá tirar
esta vontade que eu tenho
de continuar a brincar.
Talvez vão dar-se bem
o estudo e a brincadeira:
um completa o outro
sem nenhum ser só canseira.
Eu não sei o que irei ser
quando escolher a profissão,
mas da escola quero falar
sempre com gosto e emoção.
"O que quero ser" - José Jorge Letria
pensei que estava doente;
o que estava era nervoso
e um pouco impaciente.
Levei horas a juntar
o recheio da mochila,
escolhendo lápis, borrachas
e o lugar na minha fila.
Eu prometo continuar
sempre, sempre a aprender,
porque é destino do homem
aprender até morrer.
Eu só espero que tanto estudo
por fim não me vá tirar
esta vontade que eu tenho
de continuar a brincar.
Talvez vão dar-se bem
o estudo e a brincadeira:
um completa o outro
sem nenhum ser só canseira.
Eu não sei o que irei ser
quando escolher a profissão,
mas da escola quero falar
sempre com gosto e emoção.
"O que quero ser" - José Jorge Letria
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
O REGRESSO
Adeus férias, dias compridos de Sol e brincadeira pegada. Passaram a correr, sem eu dar por nada e agora regresso mais uma vez à escola, onde ainda tenho muito que aprender.
A vida é assim. Tudo acaba para poder, mais tarde, recomeçar. Como se apaga a noite para o Sol brilhar, e se apaga depois o dia para que a noite volte a estender as estrelas no lençol do ar. A Terra dá uma volta todos os dias e nós, que estamos nela, damos também. E dessas voltas se faz a vida que cada um tem.
É também por isso que no primeiro dia de aulas de cada ano tudo é igual, pelo menos parecido, ao que havia no ano anterior. É muito tranquilizador. E também é tudo diferente (livros, salas, carteiras, colegas, empregados, professores). É assustador.
No primeiro dia de aulas, há o cheiro e o sabor das coisas novas, prontas a estrear, e também o das outras, já conhecidas, e que adoramos reencontrar. À nossa espera está tudo o que ainda iremos saber, seja isso o que for. E muitas coisas que espreitam: a amizade, a partilha, a brincadeira, e talvez o primeiro amor.
A vida é assim. Tudo acaba para poder, mais tarde, recomeçar. Como se apaga a noite para o Sol brilhar, e se apaga depois o dia para que a noite volte a estender as estrelas no lençol do ar. A Terra dá uma volta todos os dias e nós, que estamos nela, damos também. E dessas voltas se faz a vida que cada um tem.
É também por isso que no primeiro dia de aulas de cada ano tudo é igual, pelo menos parecido, ao que havia no ano anterior. É muito tranquilizador. E também é tudo diferente (livros, salas, carteiras, colegas, empregados, professores). É assustador.
No primeiro dia de aulas, há o cheiro e o sabor das coisas novas, prontas a estrear, e também o das outras, já conhecidas, e que adoramos reencontrar. À nossa espera está tudo o que ainda iremos saber, seja isso o que for. E muitas coisas que espreitam: a amizade, a partilha, a brincadeira, e talvez o primeiro amor.
Álvaro Magalhães (texto inédito)
Extraído do livro "Amiguinhos" - Texto Editores
Extraído do livro "Amiguinhos" - Texto Editores
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
PARA A ESCOLA
Vou de novo para a escola
e para nada faltar
guardo as coisas na sacola
com cuidado, devagar.
Guardo todos os meus livros
já muito bem encapados
e os cadernos também;
gosto deles bem cuidados.
Tenho um lápis de carvão
muito grande e afiado
e uma borracha, claro,
para poder apagar
tudo o que eu fizer errado.
E uma caixa de cartão
com muitos lápis de cor...
(duas dúzias, sim senhor!)
E agora, que falta mais?
Ah! A cola e a tesoura
de trabalhos manuais.
E uma caneta nova
que a minha tia me deu.
E tu? Já estás preparado?
Já fizeste como eu?
Então pega na sacola,
vamos juntos para a escola!
(autora: M. Carolina Pereira Rosa
"Beija-flor" - Editorial o livro)
e para nada faltar
guardo as coisas na sacola
com cuidado, devagar.
Guardo todos os meus livros
já muito bem encapados
e os cadernos também;
gosto deles bem cuidados.
Tenho um lápis de carvão
muito grande e afiado
e uma borracha, claro,
para poder apagar
tudo o que eu fizer errado.
E uma caixa de cartão
com muitos lápis de cor...
(duas dúzias, sim senhor!)
E agora, que falta mais?
Ah! A cola e a tesoura
de trabalhos manuais.
E uma caneta nova
que a minha tia me deu.
E tu? Já estás preparado?
Já fizeste como eu?
Então pega na sacola,
vamos juntos para a escola!
(autora: M. Carolina Pereira Rosa
"Beija-flor" - Editorial o livro)
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