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sexta-feira, 18 de março de 2016

A Mara


Conhecem a Mara? Pois nós conhecemo-la a 7 de março através da Sandra que nos contou a história "Orelhas de borboleta" de Luisa Aguilar. Desenhamo-la e decoramo-la de acordo com a história e está na nossa sala. A  Mara tinha umas orelhas grandes e muitas outras coisas diferentes.Aprendemos que as diferenças não devem ser para apontar e fazer  chacota antes, ter respeito e olhar com otimismo as adversidades.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

CONTO "A BRUXA"

CONTO DO MÊS DE OUTUBRO  

     

A BRUXA


A Bruna  tinha os cabelos eriçados, duas verrugas no nariz e aquela mania de se vestir de preto. Além disso andava sempre de vassoura na mão, com a mania das limpezas. 

- És  bruxa ! És  bruxa ! És bruxa ! – troçavam os miúdos.

Pois, se parecia, alguma coisa havia de ganhar com isso. No dia 30 de Outubro, dia das Bruxas, arranjou-se mesmo a rigor e apresentou-se no concurso para Miss Bruxa. Claro que ganhou o primeiro prémio.

Foi para casa e, como estava desempregada, surgiu-lhe uma ideia. Escreveu numa tábua carunchosa, a tinta roxa:

Bruxa premiada dá consultas.

Faz descontos especiais no Dia das Bruxas.

Ora por lá passou  um rapaz que andava muito apoquentado. Bateu à porta, que se abriu, rangendo, e tropeçou em sete gatos.

- O que o traz por cá ? – perguntou Bruna.

- É o mau cheiro que tenho nos pés. Quando me aproximo, as pessoas fogem a toda a velocidade… Já procurei médicos, curandeiros, engoli comprimidos, enfiei supositórios, besuntei-me com pomadas mas nada me cura… 

- Pois então descalce-se - disse a “ bruxa”, apertando o nariz com uma mola da roupa.

E que viu ela ? Uns pés tão sujos, tão cheios de chulé  como não devia haver outros no mundo.

- Já lhe trato da saúde!
Pôs três barras de sabão a derreter dentro dum caldeirão, juntou  sumo de limão, flores de alecrim e obrigou o rapaz mergulhar nessa mistela as patorras imundas durante três horas. Depois, com a vassoura, raspou tão bem toda a porcaria que de lá saíram uns delicados pezinhos  brancos, sobre os quais verteu sete jarros de água do poço.

- Agora tem de continuar o tratamento em casa, todos os dias. Basta lavar à torneira, com sabonete! E compre sapatos novos, que os velhos estão contaminados.

Tornou-se famosa. À sua porta alinhavam-se bichas intermináveis de clientes.

Com o dinheiro do prémio e das consultas, tirou um curso de magia pela internet. Comprou um velho castelo assombrado, setenta vampiros para o guardarem, setenta corujas para lhe fornecerem ovos, setenta osgas para lhe cuidarem do jardim. 

- É bruxa! É  bruxa! É bruxa! – diziam, cada vez mais convictos, os miúdos.

Mas acham que ela se ralava?  Ria-se, feliz, e oferecia-lhes logo caramelos de baba de sapo. Era remédio santo para eles darem corda aos sapatinhos.

 Luísa Ducla Soares


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

VIVA A ESCOLA!

Com a música "Ó rama, ó que linda rama" canta a canção.

Uma casa, duas casas
Três casas na minha aldeia
Seis lobos no povoado
Formaram uma alcateia.

Lá ao longe a minha casa
Minha casinha, meu lar
Depois de sair da escola
Pró jardim eu vou brincar.

Minha casa tem janelas
Portões, portas, varandins
Mais ao lado as escadas
Lá ao fundo dois jardins.

No muro está o gato
A ronronar sonolento
Quando o bicho lá não está
É porque está muito vento.

Na janela a minha avó
No portão o meu irmão
Quando chego da escola
Dou-lhes um chi-coração.

Oficina dos artistas (Educação artística e expressão plástica)-Porto Editora

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

UM LIVRO ESPECIAL


Um dos livros que eu mais gosto, chama-se chapeuzinho amarelo,do escritor Chico Buarque, com ilustrações de André Letria.
Chapeuzinho amarelo, é um livro de poesia infantil. Este livro, conta a história de uma menina, que tinha medo de um lobo mau. O medo era tanto, que já não ria, não comia nem brincava. Mas esse lobo mau, apenas existia na cabeça da menina, que de tanto pensar nele, tornou o lobo mau em realidade. Mas para espanto da menina, o lobo mau não era assim, tão mau, nem tão assustador. Esta história mostra que não devemos ter medo das coisas imaginárias, pois afinal não metem medo a ninguém.
Este livro foi oferecido pelos meus padrinhos, para eu desenvolver o gosto pela leitura. Gosto muito deste livro, pela história da menina, que teve coragem de enfrentar os seus medos imaginários, tal como nós, também devemos ter.

Núria Freitas - aluna do 3ºano

A ESCOLA É...

Escola é


... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,

Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

(Paulo Freire)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ESCRITOR MIGUEL BORGES SILVA

No dia 23 de abril, dia mundial do livro, realizaram-se leituras, ilustrações e memorizações. É de salientar o livro "Uma história cheia de cor" do autor Miguel Borges Silva. Esta atividade culminou com a visita do escritor à nossa escola, no dia 14 de Maio.
Aconselho a leitura deste livro...

quinta-feira, 15 de março de 2012

ESCRITORA ADÉLIA CARVALHO

Na última edição do jornal bugio, publicámos um artigo sobre a obra que explorámos de Adélia Carvalho “a crocodila mandona”. O entusiasmo foi tanto, que até criamos, na sala de aula, uns versos baseados nos originais da escritora. Como trabalho de casa, tivemos a ajuda dos nossos pais e encarregados de educação que contribuíram também com alguns versos que, depois foram ilustrados por nós e expostos no placar da sala…



A 8 de março, tivemos o privilégio de receber a escritora Adélia Carvalho com muita simpatia. Ela contou-nos novamente a história…Adorámos! Fizemos muitas perguntas pessoais e profissionais.


A escritora gostou muito dos versos que realizámos, especialmente deste:



- Senhora crocodila, posso passar?
- E o que trazes no bolso para me dar?
- Uma galinha que acabei de abocanhar.
- Senhor lobo ponha-se a andar.
Essa galinha eu vou jantar.


sexta-feira, 2 de março de 2012

...PARA RIMAR...

Na sala de aula, a professora contou-nos duas vezes “a crocodila mandona” de Adélia Carvalho. A obra está escrita em versos, para rimar… nós até já memorizamos dois versos:


- Senhora crocodila, posso passar?


- E o que trazes no bolso para me dar?


Falamos uns com os outros sobre o que ouvimos…Depois de pensarmos um bocadinho, dissemos o nome dos animais que entram nos versos a rimar.
O entusiasmo foi tanto que até criamos uns versos baseados nos originais da escritora.




- Senhora crocodila, posso passar?


- E o que trazes no bolso para me dar?


- Um peixe que acabei de apanhar.


- Senhor urso, muito bem pensado.


Faça o favor de passar, se estiver apressado.





- Senhora crocodila, posso passar?


- E o que trazes no bolso para me dar?


- Um osso que acabei de desenterrar.


- Senhor cão, pensa que me vai enganar?!


Com essa mentira vai ter que esperar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FEIRA DO LIVRO






De 7 a 11 de novembro, em parceria com a LeYa/Gailivro, dinamizámos a feira do livro na nossa escola.

Serviu de incentivo para desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita.

sábado, 29 de outubro de 2011

"CANTINHO DE LEITURAS AUTÓNOMAS"















Para incentivar a leitura temos o "cantinho de leituras autónomas", no exterior das salas de aula.



Nos intervalos, após o lanche da manhã ou da tarde, alguns alunos do 1ºCiclo dedicam-se a observar e a ler os livros disponíveis na estante.



Aqui se expõe também informações sobre as atividades realizadas, que constam no Plano Anual de Atividades/PAA da EB1/JI de Paço.

sexta-feira, 18 de março de 2011

PADEIRA DE ALJUBARROTA





Um dia, em contexto de sala de aula, fizemos leitura de um texto em que entrava a padeira de Aljubarrota. A professora falou-nos que fora uma padeira muito corajosa que, em 1385, no dia da batalha de Aljubarrota, apanhou e matou 7 castelhanos dentro do seu forno. É uma lenda que ficou no imaginário do povo português, fazendo parte da História do nosso país. Tivemos curiosidade e pesquisamos um pouco sobre a vida desta mulher. A padeira de Aljubarrota chamava-se "Brites de Almeida" e, segundo a lenda, era feia, grande e muito forte. Era uma "Maria Rapaz", amante de vagabundagem e zaragatas. Terá nascido em 1350, em Faro ou Loulé/Algarve. Era filha de pais pobres. Já era adulta quando ficou órfã e saiu de casa em busca de melhor vida. Em 1375, matou um soldado alentejano e, ganhou fama de valente. Teve de fugir do país, de barco, e consta que foi capturada em pleno mar por piratas mouros, que a venderam como escrava para o Norte de África. Em 1377 conseguiu escapar e regressou a Portugal. Em 1383, aceitou ser ajudante de padeira em Aljubarrota e, dois anos depois, no dia da batalha matou os 7 castelhanos que invadiram a sua padaria. Nesta altura, 7 000 soldados portugueses venceram 30 000 castelhanos.



Alunos 4º ano

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

TRAVA-LÍNGUAS

Recolha realizada pelos alunos do 4º ano

  1. Trazei três pratos de trigo para três tigres tristes comerem.
  2. A Lara agarra e amarra a rara arara de Araraguara.
  3. Em rápido rapto, um rápido rato, raptou três ratos sem deixar rastros.
  4. O padre pouca capa tem, porque pouca capa compra.
  5. A Graça disse à Graça uma graça que não teve graça.
  6. Eu vi um tigre, dois tigres, três tigres a dormirem.
  7. Padre Pedro prega pregos, prega pregos Padre Pedro.
  8. Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.
  9. A sábia não sabia que o sábio sabia que a sábia sabia que o sábio não sabia que a sábia não sabia assobiar.
  10. Sabendo o que sei e sabendo o que sabes, e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O PIRATA DAS ILHAS DA BRUMA

De acordo com o projecto "Ler para Crescer" baseado no Plano Nacional de Leitura, a nossa escola (EB1/JI de Paço) decidiu trabalhar a história "O Pirata das Ilhas da Bruma", Caminho, 2006, de Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros.
Pelo Carnaval, alunos, professores e funcionários irão disfarçar-se de piratas...


Se tiver curiosidade em conhecer a história, consulte:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/
Faça a sua pesquisa na biblioteca de livros digitais para crianças entre os 7 e 10 anos.

BOAS LEITURAS

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

POEMA

Poema colectivo - alunos do 4º ano
Tendo por base um poema de António Mota "Se tu visses o que eu vi" - Gailivro

Fui a Valongo a cavalo num pombo.
Fui a Sobrado a cavalo num veado.
Fui a Campo a cavalo num galo manco.
Fui a Alfena a cavalo numa hiena.
Fui a Ermesinde a cavalo num berlinde.
Fui ao Porto a cavalo num burro torto.
Fui a Gandra a cavalo num urso panda.
Fui a Lordelo a cavalo num camelo.
Fui a Rebordosa a cavalo numa raposa.
Fui a Agrela a cavalo numa panela.
Fui a Penafiel a cavalo num papagaio de papel.
Fui a Paços de Ferreira a cavalo numa tenda da feira.
Fui a Rio Tinto a cavalo num pinto.
Fui a Baião a cavalo num leitão.
Fui a Espinho a cavalo num porco-espinho.
Fui a Leiria a cavalo numa enguia.
Fui a Évora a cavalo numa égua.
Fui a Olhão a cavalo num cão.
Quando a viagem terminou o meu sonho acabou!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

BALADA DE NEVE

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos...
a neve deixa ainda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...

Augusto Gil (1873-1929) - Luar de Janeiro(1909)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CHEGA O OUTONO

Chega o Outono!
As andorinhas
despedem-se das outras avezinhas
e vão pelos ares fora.
Vão-se embora.
Embora?
Não,
que voltam, voltarão
quando a bela estação
da Primavera,
a que antecede o Verão,
oferecer melhor vida.

Não têm agasalhos nem comida.
Vão para terras quentes
À procura do Sol que as consola.

Mas nós crianças,

nós
todas contentes
partimos para a Escola.


Alice Gomes

domingo, 30 de maio de 2010

SEMANA DA LEITURA

No sentido de incutir o gosto pela leitura, a Biblioteca da EB2,3 de Sobrado convidou um contador de histórias "Evaldo Barros". No dia 19 de Janeiro de 2010, este senhor apresentou-nos um espectáculo "As infindáveis versões do Capuchinho Vermelho". Dessas muitas versões, tivemos a ideia de apresentar histórias aos colegas da turma e da escola, na semana da leitura. Dividimos a turma em quatro grupos e seleccionamos pequenas histórias: Os dois amigos e o urso; O sapo feio; Peter Pan; O leão e o javali; Em grupo decidimos apresentar as histórias de forma diversificada. Um grupo apresentou em dramatização, outro apresentou imagens dos personagens, outro decidiu fazer fantoches e o quarto grupo fez uma apresentação em Powerpoint.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CONTADOR DE HISTÓRIAS

Um contador de histórias, Evaldo Barros, veio à nossa escola, no dia 19 de Janeiro, contar a história do Capuchinho Vermelho, em várias versões. Primeiro, contou a história lendo um livro. De seguida, contou a mesma história com gestos, sem utilizar o livro. Depois, repetiu a história... Contou-a com bonecos que pareciam fantoches... Contou-a com legumes... Com óculos... Por último, contou-a com sapatos.



Trabalho de equipa
(Helena, B. Marujo, Rafaela, Gabriela e Bruna Filipa)


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O SEGREDO DO RIO



Desde o início do ano temos feito leituras e uma exploração minuciosa da obra de Miguel Sousa Tavares "O segredo do rio". É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para alunos do 4º ano de escolaridade. Na aula recontamos a história oralmente e por escrito, ilustramos os momentos mais significativos e realizamos actividades de interpretação e de funcionamento da língua, relacionadas com a obra. A nossa professora expôs alguns dos nossos trabalhos na parede da sala... Nós gostámos muito do conteúdo desta história!






Alunos do 3º e 4º anos

terça-feira, 4 de agosto de 2009

MENINOS DE TODAS AS CORES




"Meninos de todas as cores" é o título de um texto de Luísa
Ducla Soares. O texto foi explorado de diferentes formas...