Educar é também partilhar, porque aprender está para além da escola. Dessa troca de experiências se cresce - passo a passo - rumo a uma educação completa e uma cidadania ativa.
Esta é mais uma das portas da escola, sempre aberta!
sexta-feira, 18 de março de 2016
A Mara
terça-feira, 29 de outubro de 2013
CONTO "A BRUXA"
Mas
acham que ela se ralava? Ria-se, feliz, e oferecia-lhes logo caramelos
de baba de sapo. Era remédio santo para eles darem corda aos
sapatinhos.segunda-feira, 28 de outubro de 2013
VIVA A ESCOLA!
Uma casa, duas casas
Três casas na minha aldeia
Seis lobos no povoado
Formaram uma alcateia.
Lá ao longe a minha casa
Minha casinha, meu lar
Depois de sair da escola
Pró jardim eu vou brincar.
Minha casa tem janelas
Portões, portas, varandins
Mais ao lado as escadas
Lá ao fundo dois jardins.
No muro está o gato
A ronronar sonolento
Quando o bicho lá não está
É porque está muito vento.
Na janela a minha avó
No portão o meu irmão
Quando chego da escola
Dou-lhes um chi-coração.
Oficina dos artistas (Educação artística e expressão plástica)-Porto Editora
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
UM LIVRO ESPECIAL
Um dos livros que eu mais gosto, chama-se chapeuzinho amarelo,do escritor Chico Buarque, com ilustrações de André Letria.
Chapeuzinho amarelo, é um livro de poesia infantil. Este livro, conta a história de uma menina, que tinha medo de um lobo mau. O medo era tanto, que já não ria, não comia nem brincava. Mas esse lobo mau, apenas existia na cabeça da menina, que de tanto pensar nele, tornou o lobo mau em realidade. Mas para espanto da menina, o lobo mau não era assim, tão mau, nem tão assustador. Esta história mostra que não devemos ter medo das coisas imaginárias, pois afinal não metem medo a ninguém.
Este livro foi oferecido pelos meus padrinhos, para eu desenvolver o gosto pela leitura. Gosto muito deste livro, pela história da menina, que teve coragem de enfrentar os seus medos imaginários, tal como nós, também devemos ter.
Núria Freitas - aluna do 3ºano
A ESCOLA É...
... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)
quarta-feira, 16 de maio de 2012
ESCRITOR MIGUEL BORGES SILVA
Aconselho a leitura deste livro...
quinta-feira, 15 de março de 2012
ESCRITORA ADÉLIA CARVALHO
- Senhora crocodila, posso passar?
- E o que trazes no bolso para me dar?
- Uma galinha que acabei de abocanhar.
- Senhor lobo ponha-se a andar.
Essa galinha eu vou jantar.
sexta-feira, 2 de março de 2012
...PARA RIMAR...
- Senhora crocodila, posso passar?
- E o que trazes no bolso para me dar?
Falamos uns com os outros sobre o que ouvimos…Depois de pensarmos um bocadinho, dissemos o nome dos animais que entram nos versos a rimar.
O entusiasmo foi tanto que até criamos uns versos baseados nos originais da escritora.
- Senhora crocodila, posso passar?
- E o que trazes no bolso para me dar?
- Um peixe que acabei de apanhar.
- Senhor urso, muito bem pensado.
Faça o favor de passar, se estiver apressado.
- Senhora crocodila, posso passar?
- E o que trazes no bolso para me dar?
- Um osso que acabei de desenterrar.
- Senhor cão, pensa que me vai enganar?!
Com essa mentira vai ter que esperar.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
FEIRA DO LIVRO
sábado, 29 de outubro de 2011
"CANTINHO DE LEITURAS AUTÓNOMAS"
sexta-feira, 18 de março de 2011
PADEIRA DE ALJUBARROTA


undagem e zaragatas. Terá nascido em 1350, em Faro ou Loulé/Algarve. Era filha de pais pobres. Já era adulta quando ficou órfã e saiu de casa em busca de melhor vida. Em 1375, matou um soldado alentejano e, ganhou fama de valente. Teve de fugir do país, de barco, e consta que foi capturada em pleno mar por piratas mouros, que a venderam como escrava para o Norte de África. Em 1377 conseguiu escapar e regressou a Portugal. Em 1383, aceitou ser ajudante de padeira em Aljubarrota e, dois anos depois, no dia da batalha matou os 7 castelhanos que invadiram a sua padaria. Nesta altura, 7 000 soldados portugueses venceram 30 000 castelhanos. segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
TRAVA-LÍNGUAS
- Trazei três pratos de trigo para três tigres tristes comerem.
- A Lara agarra e amarra a rara arara de Araraguara.
- Em rápido rapto, um rápido rato, raptou três ratos sem deixar rastros.
- O padre pouca capa tem, porque pouca capa compra.
- A Graça disse à Graça uma graça que não teve graça.
- Eu vi um tigre, dois tigres, três tigres a dormirem.
- Padre Pedro prega pregos, prega pregos Padre Pedro.
- Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.
- A sábia não sabia que o sábio sabia que a sábia sabia que o sábio não sabia que a sábia não sabia assobiar.
- Sabendo o que sei e sabendo o que sabes, e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O PIRATA DAS ILHAS DA BRUMA
Pelo Carnaval, alunos, professores e funcionários irão disfarçar-se de piratas...
Se tiver curiosidade em conhecer a história, consulte:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/
Faça a sua pesquisa na biblioteca de livros digitais para crianças entre os 7 e 10 anos.
BOAS LEITURAS
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
POEMA
Tendo por base um poema de António Mota "Se tu visses o que eu vi" - Gailivro
Fui a Valongo a cavalo num pombo.
Fui a Sobrado a cavalo num veado.
Fui a Campo a cavalo num galo manco.
Fui a Alfena a cavalo numa hiena.
Fui a Ermesinde a cavalo num berlinde.
Fui ao Porto a cavalo num burro torto.
Fui a Gandra a cavalo num urso panda.
Fui a Lordelo a cavalo num camelo.
Fui a Rebordosa a cavalo numa raposa.
Fui a Agrela a cavalo numa panela.
Fui a Penafiel a cavalo num papagaio de papel.
Fui a Paços de Ferreira a cavalo numa tenda da feira.
Fui a Rio Tinto a cavalo num pinto.
Fui a Baião a cavalo num leitão.
Fui a Espinho a cavalo num porco-espinho.
Fui a Leiria a cavalo numa enguia.
Fui a Évora a cavalo numa égua.
Fui a Olhão a cavalo num cão.
Quando a viagem terminou o meu sonho acabou!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
BALADA DE NEVE
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa ainda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Augusto Gil (1873-1929) - Luar de Janeiro(1909)
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
CHEGA O OUTONO
As andorinhas
despedem-se das outras avezinhas
e vão pelos ares fora.
Vão-se embora.
Embora?
Não,
que voltam, voltarão
quando a bela estação
da Primavera,
a que antecede o Verão,
oferecer melhor vida.
Não têm agasalhos nem comida.
Vão para terras quentes
À procura do Sol que as consola.
Mas nós crianças,
nós
todas contentes
partimos para a Escola.
Alice Gomes
domingo, 30 de maio de 2010
SEMANA DA LEITURA
sexta-feira, 28 de maio de 2010
CONTADOR DE HISTÓRIAS
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O SEGREDO DO RIO
terça-feira, 4 de agosto de 2009
MENINOS DE TODAS AS CORES
"Meninos de todas as cores" é o título de um texto de Luísa Ducla Soares. O texto foi explorado de diferentes formas...



